PREFEITURA MUNICIPAL DE CHAPECÓ

SECRETARIA DA FAZENDA E ADMINISTRAÇÃO

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS

EDITAL DE CONCURSO Nº 001/2008

REALIZAÇÃO: OBJETIVA CONCURSOS LTDA

 

 

JOÃO RODRIGUES, Prefeito Municipal de Chapecó, no uso de suas atribuições legais, nos termos do art. 37 da Constituição Federal e Lei Orgânica Municipal, TORNA PÚBLICO que realizará CONCURSO PÚBLICO para provimento de cargos do quadro geral dos servidores da Prefeitura Municipal de Chapecó, sob regime estatutário - Leis Complementares Municipais nº 130/2001 e 132/2001 e suas alterações, a ser executado pela empresa OBJETIVA CONCURSOS LTDA, o qual reger-se-á pelas Instruções Especiais contidas neste Edital e pelas demais disposições legais vigentes.

 

A divulgação oficial do inteiro teor deste Edital e os demais editais, relativos às etapas deste Concurso Público dar-se-á com a afixação no Painel de Publicações do Município e publicação no órgão oficial de imprensa do Município. Também haverá publicação, em caráter meramente informativo, na internet, pelos sites www.objetivas.com.br e www.chapeco.sc.gov.br.

 

É obrigação do candidato acompanhar todos os editais referentes ao andamento do presente Concurso Público.

 

CAPÍTULO I - DOS CARGOS E VAGAS

 

1.1. DAS VAGAS:

 

1.1.1.       O concurso público destina-se ao provimento das vagas existentes, de acordo com a tabela de cargos abaixo, e ainda das que vierem a existir no prazo de validade do Concurso.

 

1.1.2.       O prazo de validade do presente concurso é de 2 anos, a contar da homologação dos resultados, e poderá ser prorrogado uma vez, por igual período.

 

1.1.3. A habilitação no Concurso Público não assegura ao candidato a contratação imediata, mas apenas a expectativa de ser admitido segundo as vagas existentes, de acordo com as necessidades da Administração Municipal, respeitada a ordem de classificação.

 

1.1.4 – Tabela de Cargos:

Cargos

Vagas

gerais

Escolaridade e/ou outros requisitos exigidos para o cargo na posse

Carga Horária semanal

Vencimento Janeiro/08

R$

Taxa de inscrição

R$

Agente Municipal de Trânsito

03

2º Grau completo e CNH

40 horas

824,52

80,00

Arquiteto

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Arquiteto, com registro no CREA

40 horas

2.592,72

120,00

Assistente Social

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Assistente Social, com registro no CRESS

40 horas

1.759,51

120,00

Atendente de Consultório Dentário

10

2º Grau completo e curso de Auxiliar ou Atendente de Consultório Dentário, com registro no CRO

40 horas

690,32

80,00

Auditor de Controle Interno

01

Bacharel em Economia,  Ciências Contábeis ou Administração, com registro no respectivo conselho.

40 horas

2.794,40

120,00

Auxiliar de Administração

01

1º Grau completo

40 horas

770,70

50,00

Auxiliar de Enfermagem

03

2º Grau completo, com registro no COREN

40 horas

847,76

80,00

Auxiliar de Topografia

01

1º Grau completo

40 horas

577,25

50,00

Carpinteiro

01

1º Grau completo

40 horas

770,70

50,00

Cirurgião Dentista

03

Habilitação legal para o exercício da profissão de Cirurgião Dentista, com registro no CRO

40 horas

5.339,43

120,00

Contador

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Contador, com registro no CRC

40 horas

1.759,51

120,00

Difusor de Turismo

01

Bacharel em Turismo e Hotelaria, com registro no órgão de classe

40 horas

1.759,51

120,00

Eletricista

01

1º Grau completo

40 horas

770,70

50,00

Enfermeiro

01

Curso Superior de Enfermagem e registro no COREN

40 horas

2.179,42

120,00

Engenheiro Agrimensor

01

Curso Superior de Engenharia, nas áreas de agrimensura e cartografia, com registro no CREA

40 horas

2.592,72

120,00

Engenheiro Agrônomo

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Engenheiro Agrônomo, com registro no CREA

40 horas

2.592,72

120,00

Engenheiro Cartográfico

01

Curso Superior em Engenharia Cartográfica com registro no órgão de classe

40 horas

2.592,72

120,00

Engenheiro Civil

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Engenheiro Civil, com registro no CREA

40 horas

2.592,72

120,00

Engenheiro de Trânsito

01

Curso Superior em Engenharia Civil ou Arquitetura com especialização em Trânsito, e, registro no órgão de classe

40 horas

2.592,72

120,00

Engenheiro Sanitarista

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Engenheiro Sanitarista, com registro no CREA

40 horas

2.592,72

120,00

Fiscal de Obras e Posturas I

01

2º Grau completo com curso de Técnico em Edificações

40 horas

1.167,35

80,00

Fisioterapeuta

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Fisioterapeuta, com registro no CREFITO

40 horas

1.759,51

120,00

Fonoaudiólogo

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Fonoaudiólogo, com registro no CRFa

40 horas

1.759,51

120,00

Mecânico Ajustador

01

1º Grau completo

40 horas

1.624,50

50,00

Mecânico de Manutenção de Máquinas e Veículos

01

1º Grau completo

40 horas

949,62

50,00

Médico especialista  em Cardiologista

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico especialista em Cardiologista, com registro no CRM

20 horas

2.669,72 (**)

120,00

Médico especialista em Clínica Geral

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico, com registro no CRM

30 horas

4.004,57(**)

120,00

Médico especialista em Cirurgia Geral

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico especialista em Cirurgia Geral , com registro no CRM

40 horas

5.339,43 (**)

120,00

Médico especialista em Cirurgia Vascular

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico especialista em Cirurgia Vascular, com registro no CRM

40 horas

5.339,43 (**)

120,00

Médico especialista em  Dermatologia

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico especialista em  Dermatologia, com registro no CRM

20 horas

2.669,72 (**)

120,00

Médico especialista em Ecografia

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico especialista em Ecografia, com registro no CRM

40 horas

5.339,43 (**)

120,00

Médico especialista em Ginecologia e Obstetrícia

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico especialista em Ginecologia e Obstetrícia, com registro no CRM

40 horas

5.339,43 (**)

120,00

Médico especialista em Geriatria

02

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico especialista em Geriatria, com registro no CRM

20 horas

2.669,72 (**)

120,00

Médico especialista em Neurocirurgia

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico especialista em Neurocirurgia, com registro no CRM

40 horas

5.339,43 (**)

120,00

Médico especialista em Neurologia

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico especialista em Neurologia, com registro no CRM

20 horas

2.669,72 (**)

120,00

Médico especialista em Neuropediatria

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico especialista em Neuropediatria, com registro no CRM

40 horas

5.339,43 (**)

120,00

Médico especialista em Ortopedia

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico especialista em Ortopedia, com registro no CRM

40 horas

5.339,43 (**)

120,00

Médico especialista em Otorrinolaringologia

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico especialista em Otorrinolaringologia, com registro no CRM

20 horas

2.669,72 (**)

120,00

Médico especialista em Pediatria

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico especialista em Pediatria, com registro no CRM

40 horas

5.339,43 (**)

120,00

Médico especialista em Psiquiatria

03

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico especialista em Psiquiatria, com registro no CRM

40 horas

5.339,43 (**)

120,00

Médico especialista em Radiologia

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico especialista em Radiologia, com registro no CRM

20 horas

2.669,72 (**)

120,00

Médico – PSF

13

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico, com registro no CRM

40 horas

5.339,43 (**)

120,00

Médico Veterinário

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Médico Veterinário e registro no CRMV.

40 horas

2.592,72

120,00

Monitor Social I

01

2º Grau completo

40 horas

1.110,37

80,00

Motorista

03

2º Grau completo e CNH categoria “D”

40 horas

817,41

80,00

Nutricionista

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Nutricionista, com registro no CRN

40 horas

1.759,51

120,00

Operador de Máquinas

01

Alfabetizado e CNH categoria “C” (*)

40 horas

899,15

30,00

Pedreiro

01

1º Grau completo

40 horas

770,70

50,00

Pintor

01

1º Grau completo

40 horas

770,70

50,00

Procurador Municipal

01

Bacharel em Direito, com registro na OAB

20 horas

2.592,72

120,00

Psicólogo

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Psicólogo, com registro no CRP

40 horas

1.759,51

120,00

Técnico em Agropecuária

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Técnico em Agropecuária, com registro no CREA

40 horas

1.249,62

80,00

Técnico em Alimentos

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Técnico em Alimentos

40 horas

1.124,65

80,00

Técnico em Desenho

01

2º Grau completo

40 horas

1.249,62

80,00

Técnico em Edificações

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Técnico em Edificações

40 horas

1.249,62

80,00

Técnico em Eletrotécnica

01

Curso Técnico em Eletrotécnica, 2º Grau completo, com registro no órgão de classe

40 horas

1.249,62

80,00

Técnico em Enfermagem

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Técnico em Enfermagem, com registro no COREN

40 horas

1.124,65

80,00

Tecnólogo em Agrimensura

01

Curso Superior em Tecnólogo em Agrimensura com registro no órgão de classe

40 horas

1.858,21

120,00

Tecnólogo em Estradas

01

Curso Superior em Tecnólogo em Estradas com registro no órgão de classe

40 horas

1.858,21

120,00

Telefonista

01

2º Grau completo

30 horas

770,70

80,00

Terapeuta Ocupacional

01

Habilitação legal para o exercício da profissão de Terapeuta Ocupacional, com registro no CREFITO

40 horas

1.759,51

120,00

Vigia

03

1º Grau completo

36 horas

625,35

50,00

 (*)Para o cargo de Operador de Máquinas, é obrigatória a apresentação da Carteira Nacional de Habilitação, conforme exigência do cargo, quando da realização da Prova Prática. (Não serão aceitos protocolos ou encaminhamentos da mesma)

(**) Para o cargo de médico, a Lei 224 de 04 de maio de 2005, regulamentada pelo decreto nº 15.770 de 20 de março de 2006, institui ABONO DE PRODUTIVIDADE de até 40% (quarenta por cento), calculado sobre o vencimento do cargo.

 

1.1.5. São requisitos para ingresso no serviço público:

a)         Estar devidamente aprovado no concurso público e classificado dentro das vagas estabelecidas neste Edital;

b)         Ter nacionalidade brasileira;

c)         Ter no mínimo 18 (dezoito) anos;

d)         Estar quite com as obrigações eleitorais e militares (esta última para candidatos do sexo masculino);

e)         Ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo (observadas, para os candidatos com deficiência, as disposições de capítulo próprio, neste Edital);

f)           Possuir habilitação para o cargo pretendido, conforme o disposto na tabela de cargos.

 

1.1.5.1. O candidato, POR OCASIÃO DA POSSE, deverá comprovar todos os requisitos acima elencados. A não apresentação dos comprovantes exigidos tornará sem efeito a aprovação obtida pelo candidato, anulando-se todos os atos ou efeitos decorrentes da inscrição no Concurso.

 

1.2. DAS ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS:

 

1.2.1. As atribuições dos cargos estão definidas no ANEXO I do presente Edital.

 

CAPÍTULO II - DAS INSCRIÇÕES

 

2.1. A inscrição no Concurso Público implica, desde logo, o conhecimento e aceitação pelo candidato, das condições estabelecidas neste Edital.

 

2.2. Os candidatos deverão inscrever-se somente em um cargo, tendo em vista a realização das provas para todos os cargos na mesma data e horário.

 

2.3. As inscrições poderão ser realizadas somente pela  Internet.

 

2.3.1. As inscrições via Internet poderão ser realizadas a partir das 9h do dia 11 de fevereiro de 2008 até às 23h do dia 28 de fevereiro de 2008, pelo site www.objetivas.com.br

 

2.3.2. A OBJETIVA não se responsabiliza por solicitação de inscrição via Internet não recebida por motivos de ordem técnica dos computadores, falhas de comunicação, congestionamentos de linha, ou outros fatores de ordem técnica que impossibilitem a transferência de dados.

 

2.3.3. Após o preenchimento do formulário eletrônico, o candidato deverá imprimir o documento para o pagamento da taxa de inscrição. Este será o seu registro provisório de inscrição.

 

2.3.4. O pagamento da taxa de inscrição feita pela Internet deverá ser efetuado em qualquer agência bancária ou terminal de auto-atendimento, até o dia 29 de fevereiro de 2008, com o boleto bancário impresso (NÃO será aceito pagamento por meio de depósito ou transferência entre contas).

 

2.3.5. A OBJETIVA, em nenhuma hipótese, processará qualquer registro de pagamento com data posterior ao dia 29 de fevereiro de 2008.  As solicitações de inscrições realizadas com pagamento após esta data não serão acatadas.

 

2.3.5.1. Em caso de feriado ou evento que acarrete o fechamento de agências bancárias na localidade em que se encontra o candidato, o boleto deverá ser pago antecipadamente.

 

2.3.6. O candidato terá sua inscrição homologada somente após o recebimento, pela empresa OBJETIVA CONCURSOS LTDA, através do banco, da confirmação do pagamento de sua taxa de inscrição, no valor estipulado neste Edital. Como todo o procedimento é realizado por via eletrônica, o candidato NÃO deve remeter à OBJETIVA cópia de sua documentação, sendo de sua exclusiva responsabilidade a informação dos dados no ato de inscrição, sob as penas da lei.

 

2.3.7. Os candidatos com deficiência deverão verificar Capítulo próprio neste Edital, para encaminhamento de documentos necessários.

 

2.3.8. Caso o Candidato não possua acesso à Internet, será disponibilizado computador para acesso, bem como orientador para auxiliar na realização da inscrição, no horário das 8:30  às 11:30 horas e das 13:30 às 17:30 horas, no período de 12/ 02/ 2008 a _28/ 02/ 2008, nos dias úteis, no antigo Posto de Atendimento do Banco BESC, no Edifício da Secretaria da Fazenda e Administração da Prefeitura Municipal de Chapecó, localizado na Avenida Marechal Floriano Peixoto, n°145-L, Centro, Chapecó/SC.

 

2.4. Não serão aceitas inscrições: por via postal; por telex ou via fax; e-mail; extemporâneas e/ou condicionais.

 

2.5. Antes de efetuar o recolhimento da taxa, o candidato deverá certificar-se de que possui todas as condições e pré-requisitos para inscrição. Não haverá devolução da taxa de Inscrição, salvo se for cancelada a realização do Concurso Público.

 

2.6. São considerados documentos de identidade: carteiras expedidas pelos Comandos Militares, pelas Secretarias de Segurança Públicas, pelos Institutos de Identificação e pelos Corpos de Bombeiros Militares; carteiras expedidas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional (Ordens, Conselhos, etc); passaporte brasileiro, certificado de reservista, carteiras funcionais do Ministério Público; carteiras funcionais expedidas por órgão público que, por Lei Federal, valham como identidade; carteira de trabalho; carteira nacional de habilitação (somente o modelo aprovado pelo artigo 159 da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997).

 

2.6.1. Não serão aceitos como documentos de identidade quaisquer outros além dos citados no item anterior, tais como: certidões de nascimento, títulos eleitorais, carteiras de motorista (modelo antigo), carteiras de estudante, carteiras funcionais, documentos ilegíveis,  não-identificáveis ou danificados.

 

2.7. Para efetivar sua inscrição, é imprescindível que o candidato possua número de CPF – Cadastro de Pessoa Física, regularizado.

 

2.7.1. O candidato que não possuir CPF deverá solicitá-lo nos postos credenciados - Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Correios ou Receita Federal, em tempo de conseguir o registro e o respectivo número antes do término do período de inscrições.

 

2.7.2. Terá sua inscrição cancelada e será automaticamente eliminado do processo seletivo o candidato que utilizar CPF de terceiro.

 

2.8. Após  o encerramento do período de inscrições, não serão aceitos pedidos de alterações das opções de cargo.

 

2.9. As informações prestadas na ficha de inscrição, bem como o preenchimento dos requisitos exigidos serão de total responsabilidade do candidato.

 

2.10. São de exclusiva responsabilidade do candidato, sob as penas da lei, as informações fornecidas no ato da inscrição, que serão verificadas por ocasião da posse, se aprovado.

 

2.11. O candidato deverá estar em pleno gozo de seus direitos civis, e qualquer declaração falsa, inexata ou, ainda, que não atenda a todas as condições estabelecidas neste edital acarretará o cancelamento de sua inscrição e, em conseqüência, a anulação de todos os atos dela decorrentes, mesmo que aprovado e o fato seja constatado posteriormente.

 

2.12. DA HOMOLOGAÇÃO DAS INSCRIÇÕES:

 

2.12.1. Em 14/03/2008 será divulgado edital de homologação das inscrições.

 

2.12.2. O candidato deverá acompanhar esse edital; bem como a relação de candidatos homologados para confirmar sua inscrição; caso sua inscrição não tenha sido homologada ou processada, o mesmo não poderá prestar provas, podendo impetrar pedido de recurso, conforme determinado neste Edital.

 

2.12.3. Se mantida a não homologação ou o não processamento, o candidato será eliminado do Concurso, não assistindo direito à devolução da taxa de inscrição.

 

2.12.4. O candidato terá acesso ao edital de homologação, com a respectiva relação de  inscritos, diretamente pelo site www.objetivas.com.br e www.chapeco.sc.gov.br ou no Painel de Publicações do Município.

 

CAPÍTULO III - DAS  DISPOSIÇÕES PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

 

3.1. Às pessoas com deficiência, é assegurado o direito de inscrição no presente Concurso, para os cargos cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são portadores, num percentual de 05% (cinco por cento) das vagas para cada cargo do total das vagas oferecidas, de acordo com o artigo 37, inciso VIII da Constituição Federal e Lei Complementar Municipal n° 130/2001.

 

3.1.1. Consideram-se pessoas com deficiência as que se enquadram nas categorias discriminadas no art. 4º do Decreto Federal nº 3.298, de 20-12-1999, e suas alterações.

 

3.2. O candidato ao inscrever-se nesta condição, deverá escolher o cargo a que concorre e marcar a opção “Pessoas com Deficiência”, bem como deverá encaminhar, via postal, até o 1º dia útil após o encerramento das inscrições, para o endereço da OBJETIVA CONCURSOS LTDA - Rua Casemiro de Abreu, 347 - Bairro Rio Branco - CEP 90.420.001 - Porto Alegre/RS os seguintes documentos:

a)                  laudo médico (original ou cópia legível autenticada) emitido há menos de um ano  atestando a espécie e o grau de deficiência, com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença - CID,  bem como da  provável causa da deficiência.

b)                  requerimento, solicitando vaga especial, constando o tipo de deficiência e a necessidade de condição ou prova especial, se for o caso (conforme modelo Anexo IV deste Edital). O pedido de condição ou prova especial, formalizado por escrito à empresa executora, será examinado para verificação das possibilidades operacionais de atendimento, obedecendo a critérios de viabilidade e de razoabilidade.

 

3.2.1. O encaminhamento do laudo médico é de responsabilidade exclusiva do candidato, não lhe beneficiando alegação de qualquer tipo de extravio que impeça a chegada do laudo ao seu destino.

 

3.2.2. O laudo médico terá validade somente para este Concurso Público e não será devolvido, assim como não será fornecida cópia desse laudo.

 

3.3. Caso o candidato não encaminhe o laudo médico e o respectivo requerimento, até o prazo determinado, não será considerado como pessoa com deficiência para concorrer às vagas reservadas, não tendo direito à vaga especial, bem como à prova especial, seja qual for o motivo alegado, mesmo que tenha assinalado tal opção na Ficha de Inscrição.

 

3.3.1. O atendimento às condições solicitadas ficará sujeito à análise de viabilidade e razoabilidade do pedido.

 

3.4. Não serão considerados como deficiência os distúrbios de acuidade visual passíveis de correção simples do tipo miopia, astigmatismo, estrabismo e congêneres.

 

3.5. Os candidatos inscritos nessa condição participarão do concurso público em igualdade de condições com os demais candidatos, no que se refere às provas aplicadas, ao conteúdo das mesmas, à avaliação, aos critérios de aprovação, ao horário e local de aplicação das provas e à nota mínima exigida para todos os demais candidatos, resguardadas as condições especiais previstas na legislação própria.

 

3.6. Os candidatos aprovados no concurso público serão submetidos a exames médicos e complementares, que irão avaliar a sua condição física e mental.

 

3.7. Na falta de candidatos aprovados para as vagas reservadas, estas serão preenchidas pelos demais candidatos com estrita observância da ordem classificatória.

 

3.8. A publicação do resultado final do concurso público será feita em duas listas, contendo a primeira, a pontuação de todos os candidatos, inclusive a das pessoas com deficiência e a segunda somente a pontuação destes últimos.

 

3.9. A relação dos candidatos que tiveram a inscrição deferida para concorrer na condição de  deficiente será divulgada juntamente com o edital de homologação das inscrições, previsto no item 2.12.

 

3.9.1. O candidato disporá do prazo recursal previsto para homologação das inscrições, conforme capítulo próprio para contestar o indeferimento mediante requerimento entregue no protocolo geral do Município, aos cuidados da Comissão Executora do Concurso.

 

3.10. Os candidatos aprovados que se declararem com deficiência, quando convocados, serão submetidos à avaliação por equipe multidisciplinar que emitirá parecer conclusivo sobre a sua condição de portador de deficiência ou não e sobre a compatibilidade das atribuições do cargo com a deficiência da qual é portador, observadas:

a) as informações prestadas pelo candidato no ato da inscrição;

b) a natureza das atribuições e tarefas essenciais do cargo a desempenhar;

c) a viabilidade das condições de acessibilidade e as adequações do ambiente de trabalho na execução das tarefas;

d) a possibilidade de uso pelo candidato de equipamentos ou outros meios que habitualmente utilize; e

e) o CID e outros padrões reconhecidos nacional e internacionalmente.

 

3.11. A não-observância do disposto no item 3.10., o não-enquadramento como pessoa com deficiência na forma da legislação pertinente ou o não-comparecimento à perícia acarretarão a perda do direito às vagas reservadas aos candidatos nessas condições. O Município de Chapecó convocará então o próximo da lista geral, caso a listagem de pessoas com deficiência já se tenha esgotado.

 

3.11.1. O candidato será informado, pessoalmente ou via postal com AR, da decisão de não-enquadramento como pessoa com deficiência.

 

3.11.2. Da decisão caberá recurso no prazo de 2 (dois) dias úteis, contados da data de recebimento da comunicação, para a Comissão Executora do Concurso.

 

3.12. Os candidatos às vagas reservadas às pessoas com deficiência não enquadrados como tais, na forma da legislação pertinente, terão apenas considerada sua classificação geral por cargo.

 

3.13. O candidato com deficiência reprovado na perícia médica em virtude de incompatibilidade da deficiência com as atribuições do cargo será eliminado do Concurso Público.

 

3.13.1. Da decisão caberá recurso no prazo de 2 (dois) dias úteis para o Município de Chapecó.

 

CAPÍTULO IV - DAS PROVAS

 

4.1. Para todos os cargos, o Concurso constará de PROVA ESCRITA, de caráter eliminatório e classificatório, com questões objetivas, de múltipla escolha, compatíveis com o nível de escolaridade, com a formação acadêmica exigida e com as atribuições dos cargos.

 

4.2. Serão considerados aprovados na prova escrita e, sendo o caso, habilitados à prova prática, os candidatos que obtiverem 50% (cinqüenta por cento) ou mais na nota da prova escrita.

 

4.3. Os candidatos inscritos para os cargos de MECÂNICO AJUSTADOR, MECÂNICO DE MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS E VEÍCULOS, OPERADOR DE MÁQUINAS e TÉCNICO EM DESENHO, que tenham sido previamente aprovados na prova escrita (item 4.2.), serão submetidos a PROVA PRÁTICA, conforme Capítulo VI do presente Edital, de caráter eliminatório e classificatório.

 

4.3.1. Serão considerados aprovados na prova prática os candidatos que obtiverem 70% (setenta por cento) ou mais na nota da prova prática.

4.4. CONTEÚDOS E PONTUAÇÃO

CARGO

PROVA

DISCIPLINA

N° Questões

Valor por questão

PESO TOTAL

TABELA A

Agente Municipal de Trânsito

Arquiteto

Assistente Social

Atendente de Consultório Dentário

Auditor de Controle Interno

Auxiliar de Administração

Auxiliar de Enfermagem

Auxiliar de Topografia

Carpinteiro

Cirurgião Dentista

Contador

Difusor de Turismo

Eletricista

Enfermeiro

Engenheiro (todos)

Fiscal de Obras e Posturas I

Fisioterapeuta

Fonoaudiólogo

Médico (todos)

Médico Veterinário

Monitor Social I

Motorista

Nutricionista

Pedreiro

Pintor

Procurador Municipal

Psicólogo

Técnico em Agropecuária

Técnico em Alimentos

Técnico em Edificações

Técnico em Eletrotécnica

Técnico em Enfermagem

Tecnólogo em Agrimensura

Tecnólogo em Estradas

Telefonista

Terapeuta Ocupacional

Vigia

Escrita

Conhecimentos Gerais

Conhecimentos Específicos

40

40

1,00

1,50

40,00

60,00

TABELA B

Mecânico Ajustador

Mecânico de Manutenção de Máquinas e Veículos

Operador de Máquinas

Técnico em Desenho

Escrita

 

 

 

 

Prática

Conhecimentos Gerais

Conhecimentos Específicos

40

40

0,50

0,75

20,00

30,00

 

 

 

50,00

 

4.5. Os pontos por disciplina correspondem ao número de acertos multiplicado pelo peso  de cada questão da mesma. A NOTA DA PROVA ESCRITA será o somatório dos pontos obtidos em cada disciplina.

 

4.6. Não haverá prova fora do local designado, nem em datas e/ou horários diferentes.

 

4.7. O ingresso na sala de provas só será permitido ao candidato que apresentar o documento de identidade que originou a inscrição e o documento de inscrição no Concurso Público, podendo, a critério da organização do presente Concurso, ser dispensada a apresentação do documento de inscrição, desde que comprovada a efetiva inscrição do candidato.

 

4.8. Caso o candidato esteja impossibilitado de apresentar, no dia da realização da prova, os documentos originais, por motivo de perda, furto ou roubo, deverá apresentar documento que ateste o registro da ocorrência em órgão policial, expedido há, no máximo 30 (trinta) dias, ocasião em que poderá ser submetido à identificação especial, compreendendo coleta de assinaturas e de impressão digital em formulário próprio.

 

4.9. A identificação especial também poderá ser exigida do candidato, cujo documento de identificação apresente dúvidas relativas à fisionomia ou à assinatura do portador.

 

4.10. No recinto de provas não será permitido ao candidato entrar ou permanecer com armas ou aparelhos eletrônicos (bip, telefone celular, relógio do tipo data bank, walkman, agenda eletrônica, notebook, palmtop, receptor, gravador, etc.). Caso o candidato leve arma ou qualquer aparelho eletrônico, deverá depositá-lo na Coordenação, exceto no caso de telefone celular que deverá ser desligado e poderá ser depositado junto à mesa de fiscalização até o final das provas. O descumprimento desta determinação implicará na eliminação do candidato, caracterizando-se como tentativa de fraude.

 

4.11. A candidata que tiver necessidade de amamentar durante a realização da prova deverá levar acompanhante, que ficará em sala reservada para essa finalidade e que será responsável pela guarda da criança. A candidata que não levar acompanhante não realizará a prova. Não haverá compensação do tempo de amamentação ao tempo da prova da candidata.

 

4.12. Será excluído do processo seletivo o candidato que:

a)       tornar-se culpado por incorreção ou descortesia para com qualquer dos fiscais, executores e seus auxiliares ou autoridades presentes;

b)       for surpreendido, durante a realização da prova, em comunicação com outro candidato ou terceiros, bem como utilizando-se de livros, notas, im­pressos ou equipamentos não permitidos;

c)       afastar-se do recinto da prova sem o acompanhamento do fiscal.

 

4.13. Candidatos com deficiência – ver Capítulo próprio sobre solicitação de condição ou prova especial (caso necessário).

 

4.14. As solicitações de condições especiais, bem como de recursos especiais, serão atendidas obedecendo a critérios de viabilidade e de razoabilidade.

 

4.15. A identificação correta do dia, local e horário da realização das provas, bem como seu comparecimento, é de responsabilidade exclusiva do candidato.

 

4.16. Não será admitido às provas, o candidato que se apresentar após o horário estabelecido para o início da prova; em nenhuma hipótese haverá segunda chamada, seja qual  for o motivo alegado.

 

4.17. O candidato que deixar de comparecer a qualquer uma das provas determinadas, será considerado reprovado.

 

4.18.Os casos de alterações psicológicas ou fisiológicas (períodos menstruais, gravidez, contusões, luxações, etc.) que impossibilitem o candidato de submeter-se aos testes, ou de neles prosseguir ou que lhe diminuam a capacidade físico-orgânica, não serão considerados para fins de tratamento diferenciado ou nova prova.

 

 CAPÍTULO V - DA PROVA ESCRITA

 

5.1. A Prova Escrita,  para todos os cargos será aplicada  em 30/03/2008, no período vespertino, em local e horário a serem divulgados quando da homologação das inscrições em 14/03/2008.

 

5.2. O Município, reserva-se o direito de indicar nova data para a realização da Prova Escrita, em caso de necessidade de alteração desta já publicada, mediante publicação em jornal de circulação local, com antecedência mínima de 8 (oito) dias da realização das mesmas.

 

5.3. A Objetiva Concursos Ltda remeterá ao candidato comunicação complementar informando data, local e horário da prova, por meio do endereço eletrônico (e-mail) indicado pelo mesmo na ficha de inscrição. Não haverá encaminhamento de comunicação via postal.

5.3.1. A remessa da comunicação, via e-mail, não exime o candidato da responsabilidade de acompanhamento de todos os atos referentes a este processo seletivo, através de edital, bem como de obter as informações necessárias pelo site ou por telefone da empresa Objetiva Concursos Ltda..

 

5.4. Os programas e/ou referências bibliográficas da prova escrita de cada cargo, são os constantes no ANEXO II do presente Edital.

 

5.5. O tempo de duração da prova escrita será de até 5 horas ininterruptas.

 

5.6. Desde já, ficam os candidatos convocados a comparecerem com antecedência de 1 (uma) hora ao local das provas, munidos de caneta esfe­rográfica azul ou preta ponta grossa.

 

5.7. Durante as provas, não será permitida comunicação entre candidatos, nem a utilização de máquina calculadora e/ou similares, livros, anotações, réguas de cálculo, impressos ou qualquer outro material de consulta.

 

5.8. O caderno de questões é o espaço no qual o candidato poderá desenvolver todas as técnicas para chegar à resposta adequada, permitindo-se o rabisco e a rasura em qualquer folha, EXCETO  no CARTÃO DE RESPOSTAS.

 

5.9. O CARTÃO DE RESPOSTAS é o único documento válido para correção eletrônica, devendo ser preenchido com bastante atenção. Ele não pode ser substituído, tendo em vista sua codificação, sendo o candidato o único responsável pela entrega do mesmo devidamente preenchido e assinado. A não entrega do cartão de respostas implicará na automática eliminação do candidato do certame.

 

5.10. Será atribuída nota 0 (zero) à resposta que, no cartão de respostas estiver em desconformidade com as instruções, não estiver assinalada ou que contiver mais de uma alternativa assinalada, emenda, rasura ou alternativa marcada a lápis, ainda que legível.

 

5.11. Em nenhuma hipótese, será considerado para correção e respectiva pontuação o caderno de questões.

 

5.12. O candidato, ao terminar a prova escrita, devolverá ao fiscal da sala, juntamente com o cartão de respostas, o caderno de questões, tendo em vista a obrigatoriedade de arquivo no Município.

 

5.13. Será permitido aos candidatos copiar seu cartão de respostas, para conferência com o gabarito oficial.

 

5.14. Duas horas após o encerramento da prova escrita, o inteiro teor das provas e os gabaritos oficiais serão divulgados nos endereços eletrônicos www.objetivas.com.br e www.chapeco.sc.gov.br.

 

5.15. Ao final da prova escrita, os três últimos candidatos deverão permanecer no recinto, a fim de acompanhar os fiscais até a coordenação para o lacre dos envelopes, sendo liberados quando concluído.

 

CAPÍTULO VI - DA  PROVA PRÁTICA

Somente para os cargos de  MECÂNICO AJUSTADOR, MECÂNICO DE MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS E VEÍCULOS, OPERADOR DE MÁQUINAS e TÉCNICO EM DESENHO

 

6.1. Os candidatos aos cargos de MECÂNICO AJUSTADOR, MECÂNICO DE MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS E VEÍCULOS, OPERADOR DE MÁQUINAS e TÉCNICO EM DESENHO que forem aprovados na prova escrita, serão submetidos a prova prática, a ser realizada em data, horário e local a serem divulgados futuramente por edital.

 

6.1.4. Serão considerados aprovados na prova prática os candidatos que obtiverem 70% (setenta por cento) ou mais na nota da prova prática.

6.1.5. Os candidatos serão avaliados pelos conhecimentos práticos que possuem no desempenho de atividades que são inerentes ao cargo pleiteado.

 

6.2. Para os cargos de MECÂNICO AJUSTADOR, MECÂNICO DE MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS E VEÍCULOS e TÉCNICO EM DESENHO, a prova consistirá na realização de atividades na execução de tarefas rotineiras vinculadas às atribuições de cada cargo.

 

6.3. A prova será aplicada nos equipamentos e nas especificações que seguem, podendo haver alteração de equipamento, em caso de comprovada necessidade.

 

6.3.1. Para o cargo de OPERADOR DE MÁQUINAS: Motoniveladora e/ou Trator e/ou Rolo Compactador e/ou Retroescavadeira e/ou Pá Escavadeira e/ou Trator de Esteiras e/ou Escavadeira Hidráulica, além, de outros maquinários a serem operados pelos ocupantes de cargos equivalentes àqueles em disputa.

 

6.4. Na aplicação da prova, com utilização de equipamentos de elevado valor, pertencentes ou sob a responsabilidade do Município ou da entidade que realiza o certame, poderá ser procedida, a critério da Banca de aplicação, a imediata exclusão do candidato que demonstre não possuir a necessária capacidade no seu manejo, sem risco de danificá-los.

 

6.5. Haverá um tempo máximo para a realização de cada item/quesito da prova, que será fixado pela comissão de provas, considerando a dificuldade e demais aspectos necessários para o desempenho satisfatório dos testes, por parte dos candidatos.

 

6.6. O candidato, ao terminar a prova prática, deverá se retirar do local de aplicação da prova a fim de não prejudicar o andamento do processo avaliatório bem como não intervir psicologicamente na avaliação do próximo candidato.

 

6.7. Todos os candidatos deverão apresentar-se com trinta minutos de antecedência, em trajes apropriados para o teste, portando cédula de identidade e documento de inscrição e Carteira Nacional de Habilitação, conforme exigência do cargo.

 

CAPÍTULO VII -   DOS RECURSOS

 

7.1. Além de outras hipóteses previstas neste edital, será admitido recurso quanto:

a)       Ao indeferimento/não processamento de inscrição;

b)       À formulação das questões, respectivos quesitos e gabarito das mesmas;

c)       Aos resultados parciais e finais do Concurso Público.

 

7.2. Todos os recursos, deverão ser interpostos até 2 (dois) dias úteis, a contar da divulgação por edital, de cada evento.

 

7.3. Os recursos que forem apresentados deverão obedecer rigorosamente os preceitos que seguem e serão dirigidos à Comissão Executora do Concurso, empresa designada para realização do concurso.

 

7.4. Os mesmos deverão ser protocolados junto à Prefeitura Municipal, no prazo marcado por Edital, na forma de requerimento, conforme modelo Anexo III deste Edital e deverão conter os seguintes elementos:

 

a)       Nome do Candidato;

b)       Concurso de referência – 001/2008 – Prefeitura Municipal de Chapecó/SC;

c)       Cargo ao qual concorre;

d)       Circunstanciada exposição a respeito das questões ou pontos, para as quais, em face às normas do certame, contidas no Edital, da natureza do cargo a ser provido ou do critério adotado, deveria ser atribuído maior grau ou número de pontos;

e)       Razões do pedido de revisão, bem como o total dos pontos pleiteados.

 

7.5. Não se conhecerão os recursos que não contenham os dados acima e os fundamentos do pedido, inclusive os pedidos de simples revisão da prova ou nota.

 

7.6. Serão desconsiderados os recursos interpostos fora do prazo, enviados por via postal, fax ou meio eletrônico (e-mail) ou em desacordo com este Edital.

 

7.7. Em caso de haver questões que possam vir a ser anuladas por decisão da Comissão Executora do Concurso, as mesmas serão consideradas como respondidas corretamente por todos candidatos, independente de terem recorrido.

 

7.8. Se houver alguma alteração de gabarito oficial, por força de impugnações, as provas serão corrigidas de acordo com a alteração.

 

CAPÍTULO VIII - DA APROVAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO

 

8.1. Para os cargos em que for realizada apenas prova escrita, a nota final do candidato corresponderá à nota da prova escrita, observado o critério para aprovação estabelecido no item 4.2..

8.2. Para os cargos em que forem realizadas provas escrita e prática, a nota final do candidato corresponderá ao somatório das notas por ele obtidas na prova escrita e na prova prática, observados os critérios para aprovação estabelecidos nos itens 4.2. e 4.3.1..

 

8.3. A lista final de classificação do Concurso apresentará apenas os candidatos aprovados por cargo.

 

8.4. Os candidatos aprovados serão classificados na ordem decrescente de notas finais.

 

8.4. Na hipótese de igualdade no total de pontos entre os aprovados, o desempate de notas processar-se-á com os seguintes critérios:

 

8.4.1. O primeiro critério de desempate será o candidato com idade mais elevada, de acordo com as disposições da Lei 10741/2003 - Estatuto do Idoso, Art.1º, que assegura às pessoas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, combinado com o Art. 27 Parágrafo Único que estabelece o primeiro critério de desempate em concurso público será a idade, dando-se preferência ao de idade mais elevada.

 

8.4.2. Para os  cargos da TABELA A do item 4.4:

a)       obtiver maior nota em conhecimentos específicos;

b)       sorteio.

 

8.4.3. Para os cargos daTABELA B do item 4.4:

a)       obtiver maior nota na prova escrita;

b)       obtiver maior nota em conhecimentos específicos;

c)       sorteio.

 

8.5. O sorteio, se necessário, será realizado em ato público, a ser divulgado por edital.

 

8.6. O resultado do sorteio público dar-se-á através do edital de homologação final do Concurso.

 

CAPÍTULO IX - DO PROVIMENTO DOS CARGOS

 

9.1. O provimento dos cargos obedecerá, rigorosamente, à ordem de classificação dos candidatos aprovados.

 

9.2. O candidato aprovado obriga-se a manter atualizado seu telefone e endereço junto ao órgão promotor do concurso.

 

9.3. A publicação da convocação dos candidatos será feita por Edital, publicado junto ao ÓRGÃO OFÍCIAL DE IMPRENSA DO MUNICÍPIO e, paralelamente, será feita comunicação ao candidato, via postal,  no endereço informado na ficha de inscrição ou posteriormente atualizado. É responsabilidade exclusiva do candidato manter atualizado o referido endereço.

 

9.4. Os candidatos aprovados  nomeados no serviço público municipal  terão o prazo máximo de 30 (trinta) dias contados da publicação do Ato de nomeação para tomar posse e 10 (dez) dias para entrar em exercício, contados da data da posse. Será tornado sem efeito o Ato de nomeação se não ocorrer a posse e/ou exercício nos prazos legais, sendo que  o candidato perderá automaticamente a vaga, facultando ao Município o direito de convocar o próximo candidato por ordem de classificação.

 

9.5. Caso o candidato não deseje assumir, poderá, mediante  requerimento próprio, desisitir da vaga.

 

9.6. Ficam advertidos os candidatos de que, no caso de nomeação, a posse no cargo só lhes será deferida no caso de exibirem:

a)       A documentação comprobatória das condições previstas no Capítulo I - item 1.1.5, deste Edital acompanhada de fotocópia. 

b)       Atestado de boa saúde física e mental a ser fornecido, por Médico ou Junta Médica do Município ou ainda,  por esta designada, mediante exame médico, que comprove aptidão necessária para o exercício do cargo, bem como a compatibilidade para os casos de deficiência física.

c)       Declaração negativa de acumulação de cargo, emprego ou função pública, conforme disciplina a Constituição Federal/1988, em seu Artigo 37, XVI e suas Emendas.

 

9.7. A não apresentação dos documentos acima, por ocasião da posse, implicará na impossibilidade de aproveitamento do candidato aprovado, anulando-se todos os atos e efeitos decorrentes da inscrição no Concurso.

 

9.8. Para fins de cumprimento à reserva de vagas às pessoas com deficiência, serão observados os seguintes critérios para provimento das vagas:

a) A cada vinte vagas providas, independentemente dos cargos a que se refiram, uma delas será preenchida por candidato com deficiência;

b) A vaga a ser provida pela pessoa com deficiência será a primeira de cada grupo de vinte vagas;

c) Sendo a primeira vaga incompatível para pessoas com deficiência, ou inexistindo candidato com deficiência aprovado para dita vaga, a reserva destinada aos candidatos com deficiência será transferida para a segunda vaga, sendo a primeira preenchida por candidato da lista geral, e assim sucessivamente;

d) Se no grupo de vinte vagas não houver nenhuma compatível para pessoas com deficiência, ou inexistindo candidatos com deficiência aprovados para ditas vagas, no próximo grupo de vinte vagas a serem preenchidas, duas deverão sê-lo por candidatos com deficiência, observada a prioridade definida no item ‘b’, e assim sucessivamente;

e) O procedimento definido neste item não prejudica a nomeação de candidatos com deficiência segundo a lista geral de aprovados, e estes não serão computados para fins de atendimento da reserva de vagas definida em lei.

 

CAPÍTULO X - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

 

10.1. Os candidatos, desde já ficam cientes das disposições constitucionais, especialmente Art. 40,  § 1º - III, que determina a obrigatoriedade de cumprimento do tempo mínimo de 10 anos de efetivo exercício no serviço público e 5 anos no cargo efetivo, para fins de aposentadoria, observadas as demais disposições elencadas naquele dispositivo.

 

10.2. A inexatidão das informações, falta e/ou irregularidades de documentos, ainda que verificadas posteriormente, eliminarão o candidato do Concurso, anulan­do-se todos os atos decorrentes da inscrição.

 

10.3. Os casos omissos serão resolvidos pelo Órgão promotor, em conjunto com a empresa responsável pela realização do Concurso Público.

 

10.4. Faz parte do presente Edital:

          Anexo I - Descritivo das Atribuições dos Cargos;

          Anexo II – Conteúdos Programáticos e/ou Referências Bibliográficas;

          Anexo III -  Modelo de Formulário de Recurso;

          Anexo IV - Modelo de Requerimento – Pessoas com Deficiência.

 

Prefeitura Municipal de Chapecó, 11 de janeiro de 2008.

                                                                                  João Rodrigues

Prefeito Municipal

Registre-se e publique-se


 

ANEXO I

DESCRITIVO DAS ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS

 

AGENTE MUNICIPAL DE TRÂNSITO - Orientar e educar os condutores de veículos e pedestres, sobre a importância da melhor maneira de trafegar em vias públicas, incentivando-os a desenvolverem melhores atitudes e comportamentos; alertar a população, que quando não cumpridas as regras para a utilização das vias, onde o objetivo de beneficiar a todos, caberá sanções pelo cometimento de eventuais infrações; eliminar pontos críticos em horários de pico, tanto dos condutores, bem como pedestres que trafegam nas vias públicas; controlar e fiscalizar o comportamento dos condutores; exercer a operação, fiscalização, patrulhamento e policiamento do trânsito de tal forma que a prática permita inibir infrações; executar a fiscalização de trânsito, autuar e aplicar as medidas administrativas cabíveis por infrações de circulação, estacionamento e parada previstas no Código de Trânsito Brasileiro; participar no planejamento e implantação de medidas para redução da circulação de veículos e reorientação do tráfego; fiscalizar os veículos e condutores; realizar procedimentos administrativos do departamento; fornecer informações quando solicitado; alertar a população sobre as leis de trânsito; fazer a advertência e autuação quando necessário; participar efetivamente em campanhas de educação para o trânsito; proporcionar a organização do trânsito; garantir a segurança do trânsito; controlar a circulação de veículos nas vias públicas; operar o sistema de trânsito municipal; preencher formulários relativos ao serviço de trânsito; operar o sistema de sinalização do trânsito; coletar dados estatísticos relativos ao trânsito; executar a fiscalização de trânsito; vistoriar veículos; planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito; aplicar as penalidades de advertência por escrito e multas do sistema de trânsito; operar o sistema de estacionamento rotativo; fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruídos; vistoriar veículos que necessitam de autorização especial para transitar nas vias públicas; outras atividades pertinentes ao cargo.

ARQUITETO - Realizar supervisão, coordenação e orientação técnica; fazer estudo, planejamento, projeto e especificação; fazer estudo de viabilidade técnico-econômica; assistência, assessoria e consultoria; realizar a direção de obra e serviço técnico; realizar vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; elaborar orçamento; realizar a padronização, mensuração e controle de qualidade; ser responsável pela execução de obra e serviço técnico; realizar a fiscalização de obra e serviço técnico; realizar a condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; executar a instalação, montagem e reparo; realizar a operação e manutenção de equipamento e instalação; fazer a execução de desenho técnico; planejar, programar, organizar, coordenar a execução das atividades relacionadas com a construção, reforma, manutenção e locação de prédios públicos, bem como a definição das instalações e equipamentos; realizar exame técnico de processos relativos a execução de obras compreendendo a verificação de projetos e das especificações quanto as normas e padronizações; participar de comissões técnicas; participar de comissões de sindicâncias; participar da elaboração e execução de convênios que incluam projetos de construção, ampliação, reforma ou remoção de obras e instalações públicas; acompanhar e analisar o cumprimento dos contratos celebrados para a execução de obras e serviços públicos; efetuar fiscalização dos prédios próprios ou locados pelo órgão, com a finalidade de controlar as condições de uso e habitação; embargar construções que não atendam as especificações do projeto original e as normas de responsabilidade técnica; fiscalizar imóveis financiados pelo órgão; fiscalizar obras públicas; orientar o mapeamento e a cartografia de levantamentos feitos a áreas operacionais; orientar, analisar e fiscalizar a elaboração de projetos estruturais, instalações hidro-sanitárias, elétricas, telefônicas, sinalização, sonorização; elaborar projetos de urbanismo; elaborar projetos de paisagismo; elaborar projetos de arquitetura de interiores; elaborar projetos de conforto ambiental; elaborar processos licitatórios; elaborar memoriais descritivos; elaborar orçamentos e cronogramas físico-financeiro; elaborar projetos de loteamentos; elaborar e analisar planos diretores; elaborar e analisar normas e diretrizes para o planejamento, ordenamento territorial, controle, uso, parcelamento e ocupação do solo urbano; elaborar estudo, projeto e, fiscalização de núcleos habitacionais e obras; apresentar relatórios de suas atividades; desempenhar outras tarefas correlatas.

ASSISTENTE SOCIAL - Elaborar, implementar, executar e avaliar projetos e políticas inerentes ao serviço social em saúde pública; realizar estudos e pesquisas com objetivo de conhecer as características de cada comunidade, a fim de que os programas e ações do Serviço Social venham ao encontro das necessidades reais da população; conhecer os principais problemas de saúde da população, a fim de discutir, com a equipe multidisciplinar, as ações de saúde que devem ser desenvolvidas, buscando a resolutividade dos problemas; planejar, avaliar e organizar benefícios e serviços sociais; divulgar os serviços da Secretaria Municipal de Saúde junto à população, incentivando-a a usufruir da infra-estrutura oferecida; incentivar a comunidade a interessar-se por questões sanitárias, participando da identificação dos principais problemas e auxiliando definição e execução de ações necessárias para melhor condição de vida e saúde; incentivar a população a exercer seu direito de cidadania, participando dos programas assistenciais de saúde oferecidos e, consequentemente, na participação do controle social; participar, ativamente, da equipe multidisciplinar, auxiliando na busca de formas de entrosamento gradativo de toda equipe, na execução de atividades educativas; executar as demais atividades inerentes ao cargo, zelando por sua segurança e de terceiros, além de conservação manutenção de materiais e equipamentos em seu ambiente de trabalho; cumprir e fazer cumprir o código de ética do assistente social; participar efetivamente das políticas social e de saúe do município, através dos programas implantados pelas Secretaria de Desenvolvimento Comunitário e Habitação e Secretaria Municipal de Saúde; assessorar os órgãos de administração pública direta em matérias de serviço social; fazer treinamento, avaliação e supervisão direta de estagiários de serviço social; elaborar provas, presidir e compor bancas de exames e comissões julgadoras de concursos ou outras formas de seleção para assistentes sociais, ou onde sejam aferidos conhecimentos inerentes ao serviço social; fiscalizar o exercício profissional através dos conselhos federal e regional; cumprir as determinações do sistema único de saúde local; realizar ou orientar estudos e pesquisas no campo do serviço social; preparar programas de trabalho referentes ao serviço social; realizar e interpretar pesquisas sociais; orientar e executar trabalhos nos casos de reabilitação profissional; encaminhar clientes a dispensários e hospitais acompanhando o tratamento e a recuperação dos mesmos, assistindo aos familiares; planejar e promover inquéritos sobre a situação de escolares e suas famílias; fazer triagem dos casos apresentados para estudo, prestando orientação com vistas à solução adequada do problema; estudar os antecedentes da família; orientar a seleção sócio-econômica para a concessão de bolsas de estudo e outros auxílios do Município; selecionar candidatos a amparo pelos serviços de assistência à velhice, à infância abandonada, a cegos, etc; fazer levantamentos sócio-econômicos com vistas a planejamento habitacional, nas comunidades; pesquisar problemas relacionados com o trabalho; supervisionar e manter registros dos casos investigados; prestar serviços em creches, centros de cuidados diurnos de oportunidades e sociais; prestar assessoramento;participar no desenvolvimento de pesquisa médico-sociais e interpretar, junto ao médico, a situação social do doente e de sua família; responsabilizar-se por equipes auxiliares necessárias à execução de atividades próprias do cargo; executar tarefas afins, inclusive editadas no respectivo regulamento da profissão.

ATENDENTE DE CONSULTÓRIO DENTÁRIO - Orientar os pacientes sobre higiene bucal; marcar consultas; preencher e anotar as fichas clínicas; manter em ordem o arquivo e o fichário; controlar o movimento financeiro; revelar e montar radiografias intra- orais; preparar o paciente para o atendimento; auxiliar no atendimento ao paciente; instrumentalizar o cirurgião dentista e o técnico em higiene dental junto á cadeira operatória; promover isolamento do campo operatório; manipular materiais de uso odontológico; selecionar moldeiras; confeccionar modelos em gesso; aplicar métodos preventivos para controle da cárie dental; proceder a conservação e a manutenção do equipamento odontológico; participar efetivamente da política de saúde do município, através dos programas implantados pela Secretaria Municipal de Saúde; proceder a limpeza , conservação e manutenção do ambiente de trabalho; executar outras tarefas afins.

AUDITOR DE CONTROLE INTERNO - Examina a integridade a adequação dos controles internos e das informações físicas, contábeis, financeiras e operacionais do órgão ou entidade, com ênfase na gestão e na legalidade; observar o exame analítico e pericial da legalidade dos atos da administração orçamentária, financeira e patrimonial, bem como da regularidade dos atos técnicos profissionais praticados no âmbito do SUS, por pessoas físicas e jurídicas, integrantes ou participantes do sistema; acompanhar ou instruir processos administrativos originados por denúncias de usuários dos SUS, no que concerne a qualidade dos serviços prestados ou a legalidade desses serviços.

AUXILIAR DE ADMINISTRAÇÃO - Executar serviços de digitação em geral; atender usuários de Biblioteca; transcrever atos oficiais; preencher formulários, fichas, cartões e outros; codificar dados e documentos; preparar índices e fichários, mantendo-os atualizados; providenciar material de expediente; confeccionar relatório de serviços diversos; selecionar e arquivar documentos; executar os serviços de reprografia e multiplicação de documentos; receber e registrar materiais destinados a exames de laboratório; efetuar a entrega de resultados de exames e manter organizado seu arquivo de cópias; atender e transferir ligações telefônicas; selecionar, organizar e manter atualizados, arquivos, cadastros e fichas funcionais; prestar auxílio à toda atividade técnica, desenvolvida na sua área de atuação; organizar e controlar os serviços de recepção, encaminhamento de documentação e correspondência em geral; controlar e arquivar publicações oficiais; orientar e elaborar a classificação, codificação, catalogação e tramitação de papéis e documentos sob sua responsabilidade; proceder controle de provimento e vacância de cargos; estudar e propor à base da vivência adquirida no desempenho das atribuições, medidas destinadas a simplificar o trabalho e a redução do custo das operações; executar serviços de expedição de documentos como: identificação, serviço militar, carteira de trabalho, INCRA, IPESC, INSS; expedir relatórios das atividades desenvolvidas no setor; receber e transmitir ao superior, mensagens recebidas; organizar e manter atualizados, arquivos, cadastros e fichas funcionais; auxiliar na elaboração da proposta orçamentária; realizar registros contábeis de pequena complexidade; preparar documentos financeiros e de desembolso; auxiliar na elaboração de prestação de contas; efetuar registros referentes ao controle da receita, despesa e do patrimônio do órgão; operar aparelhos de processamento de dados; redigir instruções, ordens de serviço, minutas de cartas , ofícios, memorandos e atos administrativos sobre assuntos do órgão; minutar contratos em geral; auxiliar na aquisição e suprimento de material permanente e de consumo, divulgação de editais e outras atividades correlatas; fazer anotações nas fichas, nos livros e nos exemplares de ocorrências em geral; colaborar na redação de relatórios anuais e parciais atendendo exigências do órgão; expedir atestados, lavrar termos de posse, apostilas, certidões e termos de ocorrência em geral; simplificar o trabalho e a redução do custo das operações; realizar registros em geral; secretariar autoridades de hierarquia superior, digitando e redigindo expedientes relacionados as suas atividades; preparar documentos necessários para o funcionamento do órgão; sugerir métodos e processos de trabalho para simplificação, recebimento, classificação, registro, guarda, codificação, tramitação e conservação de documentos, processos e papéis; preparar documentos financeiros e de desembolso; elaborar Termo de conferência de caixa e demonstração de saldo; efetuar registros de movimentação bancária e orçamentária; elaborar guias de recolhimento e ordens de pagamento; relacionar notas de empenho, subempenho e de anulação emitidas no mês; classificar a receita e despesa; registrar os bens móveis e imóveis e manter atualizado o cadastro do órgão; organizar e manter atualizados arquivos, fichas referentes ao cadastro imobiliário e de contribuintes do Município; efetuar lançamentos nas fichas cadastrais; elaborar certidões e demais atos administrativos; participar da atualização da planta de valores; manter atualizada a legislação tributária municipal; propor medidas para atualizar e aperfeiçoar a legislação tributária Municipal; processar documentos de arrecadação; prestar informações aos contribuintes municipais; receber, informar e encaminhar o público aos órgãos competentes, solucionando pequenos problemas; atender chamadas telefônicas prestando informações e anotando recados; registrar as visitas e os telefonemas atendidos, anotando dados pessoais para possibilitar o controle dos atendimentos diários; afixar avisos, editais e outros informes de interesse público; receber e encaminhar sugestões e reclamações de pessoas que atender; datilografar ou digitar expedientes, participar de exposições, seminários e outros eventos; eventualmente operar mesas telefônicas; executar outras tarefas afins.

AUXILIAR DE ENFERMAGEM - Preparar o paciente para consultas , exames e tratamentos; observar, reconhecer e descrever sinais e sintomas, ao nível de sua qualificação. executar tratamentos especificamente prescritos, ou de rotina, além de outras atividades de enfermagem, tais como: ministrar medicamentos via oral e parenteral, realizar controle hídrico, fazer curativos, aplicar oxigenioterapia, nebulização, enteroclisma, enema, calor ou frio, executar tarefas referentes à conservação e aplicação de vacinas, efetuar o controle de pacientes e comunicantes em doenças transmissíveis, realizar testes e proceder à sua leitura, para subsídio de diagnóstico, colher material para exames laboratoriais, prestar cuidados de enfermagem pré e pós operatórios, circular em sala de cirurgia, se necessário, instrumentalizar; executar atividades de desinfecção e esterilização; fazer visita Domiciliar; prestar cuidados de higiene e conforto ao paciente e zelar por sua segurança, inclusive: alimentá-lo ou auxiliá-lo a alimentar-se, proceder a limpeza e ordem do material, de equipamentos e de dependências de unidades de saúde; integrar a equipe de saúde; participar de atividades de educação em saúde, inclusive: orientar os pacientes na pós consulta, quanto ao cumprimento das prescrições de enfermagem e médicas; auxiliar o Enfermeiro e Técnico de enfermagem na execução dos programas de educação para a saúde; executar os trabalhos de rotina vinculados á alta de pacientes; participar dos procedimentos pós-morte; participar efetivamente da política de saúde do Município, através dos programas implantados pela Secretaria Municipal de Saúde; executar procedimentos de enfermagem, de acordo com as normas técnicas da instituição; participar na orientação à saúde do indivíduo e grupos da comunidade; participar de ações de saúde desenvolvidas pela comunidade; fazer notificações de doenças transmissíveis; participar das atividades de vigilância epidemiológica; fazer coleta de material para exame de laboratório e complementares, quando solicitado; administrar medicamentos, mediante prescrição e utilização técnica de aplicação adequada; lavar, empacotar e esterilizar material utilizando técnicas apropriadas; desenvolver atividades de pré e pós consulta médica, odontológica, de enfermagem e de atendimento de enfermagem; participar da prestação de assistência à comunidade em situações de calamidade e emergência; efetuar visita Domiciliar; solicitar material de consumo e permanente, necessários a suas atividades; realizar os registros das atividades executadas em formulários próprios; promover a melhoria das condições sanitárias do meio ambiente; atender ao telefone, campainha e sinais luminosos; manter a ordem e a limpeza no local de trabalho; remover aparelhos e outros objetos utilizados pelos pacientes; executar outras tarefas afins.

AUXILIAR DE TOPOGRAFIA - Transportar e auxiliar na instalação, guarda, conservação e operação do instrumental topográfico; abrir picadas e cavar piquetes, estacas pinos e marcos; efetuar medições à trena de elementos naturais e artificiais, identificando-os; implantar e verificar alinhamento por meio de balizas; prumar a mira; montar o guarda sol e auxiliar na instalação de sinais de tráfego na via pública; proceder à limpeza dos instrumentos utilizados; executar outras tarefas afins.

CARPINTEIRO - Preparar e assentar assoalhos e madeiramento para paredes, tetos e telhados; fazer e montar esquadrias; preparar e montar portas e janelas; cortar e colocar vidros; fazer reparos em diferentes objetos de madeira; consertar caixilhos de janelas; colocar fechaduras; construir e montar andaimes; construir e reformar móveis; construir e reparar madeiramento de veículos; construir formas de madeira para aplicação em concreto; assentar marcos de portas e janelas; colocar cabos e afiar ferramentas; organizar pedidos de suprimento de material e equipamentos para carpintaria; operar máquinas de carpintaria tais como serra circular, serra de fita, furadeira, desempenadeira e outras; zelar e responsabilizar-se pela limpeza, conservação e funcionamento da maquinaria e do equipamento de trabalho; calcular orçamentos de trabalhos de carpintaria; orientar trabalhos auxiliares; executar outras tarefas afins.

CIRURGIÃO DENTISTA - Praticar todos os atos pertinentes à odontologia, decorrentes de conhecimentos adquiridos em curso regular ou em cursos de pós-graduação; prescrever e aplicar especialidades farmacêuticas de uso interno e externo, indicadas em odontologia; atestar, no setor de sua atividade profissional, estados mórbidos e outros, inclusive, para justificação de faltas ao emprego (inciso III com redação dada pela lei n.º 6.215 de 30/06/1975); proceder à perícia odontolegal em foro civil, criminal, trabalhista e em sede administrativa; aplicar anestesia local e truncular; aplicar analgesia e hipnose, desde que comprovadamente habilitado, quando constituírem meios eficazes para o tratamento; agir de forma preventiva, tomando medidas que evitem ou impeçam a evolução de doenças bucais; privilegiar ações que beneficiem o maior número de pessoas, viabilizando programas de atendimento que utilizem pessoal auxiliar, técnicas e equipamentos simplificados; trabalhar em equipe, dominando técnicas de atendimento clínico, executando as tarefas mais complexas e coordenando e supervisionando o desempenho de técnicos auxiliares; executar o trabalho clínico de sua exclusiva competência, delegando atividades mais simples ao pessoal auxiliar e aquelas mais complexas aos níveis especializados competentes; planejar, executar e avaliar as atividades clínicas considerando as características epidemiológicas e sócio-econômicas da população a atender e os recursos humanos e materiais disponíveis; desenvolver os programas e atividades implantados pela Secreria Municipal de Saúde, na área odontológica; responsabilizar-se pelas informações prestadas em fichas clínicas de pacientes, boletins diários de atendimento odontológico, mapas de produção, encaminhamentos de referência e contra-referência, relatórios das ações e serviços prestados, prescrições, e quaisquer outros instrumentos utilizados pela Secretaria Municipal de Saúde na área odontológica; participar em ações de vigilância sanitária, epidemiológica e de saúde de trabalhador; zelar por sua própria segurança e de terceiros, bem como pela preservação e manutenção de materiais e equipamentos de seu ambiente de trabalho; participar dos programas de educação em saúde; participar na equipe multidisciplinar, colaborando em treinamentos e auxiliando no desenvolvimento de programas e ações de saúde da Secretaria Municipal de Saúde; atender necessidades das Unidades Sanitárias, na execução de suas atividades, obedecendo às diretrizes estabelecidas pela Secretaria Municipal de Saúde, visando à melhoria na qualidade dos serviços; emitir laudos, pareceres, atestados a ele pertinentes, Quando participar de auditorias e comissões técnicas; cumprir e fazer cumprir o código de ética odontológico; desempenhar outras tarefas afins.

CONTADOR - Elaborar planos de contas e preparar normas de trabalho de contabilidade; elaborar os balancetes mensais, orçamentários, financeiro e patrimonial com os respectivos demonstrativos; elaborar balanços gerais com os respectivos demonstrativos; elaborar registros de operações contábeis; organizar dados para a proposta orçamentária; elaborar certificados de exatidão de balanços e outras peças contábeis; fazer acompanhar da legislação sobre execução orçamentária; controlar empenhos e anulação de empenhos; orientar na organização de processo de tomadas de prestação de contas; assinar balanços e balancetes; fazer registros sistemáticos da legislação pertinente às atividades de contabilidade de administração financeira; preparar relatórios informativos sobre a situação financeira e patrimonial das repartições; opinar a respeito de consultas formuladas sobre matéria de natureza técnica, jurídica-contábil financeira e orçamentária, propondo se for o caso, as soluções cabíveis em tese; emitir pareceres, laudos e informações sobre assuntos contábeis, financeiros e orçamentários; fornecer dados estatísticos de suas atividades; apresentar relatório de suas atividades; desempenhar outras tarefas afins.

DIFUSOR DE TURISMO - Proceder o levantamento e planejar o aproveitamento dos recursos turísticos do município, bem como estudar as suas potencialidades; manipular dados turísticos obtidos nos pontos de entrada de turistas; elaborar dados e informações turísticas; participar da elaboração do Plano Municipal de Turismo; planejar campanha de divulgação, visando o envolvimento da população sobre as vantagens do desenvolvimento turístico; manter contato com os órgãos similares no âmbito Federal, Estadual e Municipal, a fim de incentivar o turismo, objetivando á recuperação, conservação e exploração dos recursos turísticos existentes no Município; estudar, incrementar e colaborar na realização de certames, feiras e exposições em geral; orientar a organização de festividades populares e a promoção de recursos sobre trabalhos considerados de interesse turístico para o município; planejar; analisar e executar eventos turísticos; colaborar com as empresas de turismo, quando solicitado, em estudos que visem a uma melhor prestação de serviços e o conseqüente incremento do turismo no Município; realizar estudos da conjuntura turística acompanhando o desenvolvimento turístico do Município; analisar os efeitos dos pólos emissores e receptores de turistas sobre os indivíduos, grupos ou categorias sociais; interpretar dados sobre os costumes, práticas e hábitos dos fluxos turísticos; prestar assessoramento a autoridades em assuntos de sua competência; emitir pareceres em matérias de sua especialidade; orientar; coordenar e supervisionar trabalhos a serem desenvolvidos por equipes auxiliares; executar outras tarefas afins.

ELETRICISTA - Instalar, inspecionar e reparar instalações elétricas, interna e externa, luminárias e demais equipamentos de iluminação pública, cabos de transmissão, inclusive os de alta tensão; consertar aparelhos elétricos em geral; operar com equipamentos de som; planejar, instalar e retirar alto-falantes e microfones; proceder à conservação da aparelhagem eletrônica, realizando pequenos consertos; reparar e regular relógios elétricos, inclusive de controle de ponto; fazer enrolamento de bobinas; desmontar, ajustar, limpar e montar geradores, motores elétricos, dínamos, alternadores, motores de partida etc; reparar buzinas, interruptores, relês, reguladores de tensão, instrumentos de painel e acumuladores; executar a bobinagem de motores; fazer e consertar instalações elétricas em veículos automotores; executar e conservar redes de iluminação dos próprios municipais e sinalização; providenciar o suprimento de materiais e peças necessárias à execução dos serviços; executar outras tarefas afins.

ENFERMEIRO - dirigir órgão de enfermagem integrante da estrutura básica da instituição de saúde; organizar e dirigir os serviços e de enfermagem e de suas atividades técnicas e auxiliares; planejar, organizar, coordenar, executar e avaliar os serviços de assistência de enfermagem; prestar consultoria, auditoria e emissão de parecer sobre matéria de enfermagem; realizar consulta de enfermagem; prescrever a assistência de enfermagem; cuidar diretamente de enfermagem a pacientes graves com risco de vida; cuidar de enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos científicos adequados e capacidade de tomar decisões imediatas; participar no planejamento, execução e avaliação dos programas; participar na elaboração, execução e avaliação dos planos assistenciais de saúde; prescrever medicamentos previamente estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina estabelecida pela instituição; participar em projetos de construção ou reforma de unidade de internação; prevenir e controlar as infecções hospitalares (policlínicas); participar na elaboração de medidas de prevenção e controle sistemático de danos que possam ser causados aos pacientes durante a assistência de enfermagem; participar na prevenção e controle das doenças transmissíveis em geral e nos programas de vigilância epidemiológica; prestar assistência de enfermagem à gestante, parturiente, puérpera e ao recém nascido; participar nos programas e nas atividades de assistência integral à saúde individual e de grupos específicos, particularmente daqueles prioritários e de alto risco; acompanhar a evolução e o trabalho de parto; executar a assistência obstétrica em situações de emergência e execução do parto sem distócia; participar nos programas de higiene e segurança do trabalho e de prevenção de acidentes e de doenças profissionais e do trabalho; participar nos programas de treinamento e aprimoramento de pessoal de saúde, particularmente nos programas de educação continuada; participar na elaboração e na operacionalização do sistema de referência e contra referência do paciente nos diferentes níveis de atenção à saúde; Participar no desenvolvimento de tecnologia apropriada à assistência de saúde; participar em bancas examinadoras, em matérias específicas de enfermagem, nos concursos para provimento de cargo e contratação de enfermeiro ou pessoal técnico e auxiliar de enfermagem; participar efetivamente da política de saúde do município, através dos programas implantados pela secretaria municipal de saúde; desempenhar outras tarefas afins.

ENGENHEIRO AGRIMENSOR - Realizar supervisão, coordenação e orientação técnica; fazer estudo, planejamento, projeto e especificação; fazer estudo de viabilidade técnico-econômica; assistência, assessoria e consultoria; realizar a direção de obra e serviço técnico; realizar vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; elaborar orçamento; realizar a padronização, mensuração e controle de qualidade; ser responsável pela execução de obra e serviço técnico; realizar a fiscalização de obra e serviço técnico; realizar a condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; executar a instalação, montagem e reparo; realizar a operação e manutenção de equipamento e instalação; fazer a execução de desenho técnico; apresentar relatórios de suas atividades; desempenhar outras tarefas afins.

ENGENHEIRO AGRÔNOMO - Orientar e revisar, com grau de autonomia de ação e critério , as atividades de equipes subordinadas; introduzir e criar variedades de plantas de elevada produtividade, características tecnológicas e de mercado desejáveis; introduzir e fazer a seleção, melhoramento e produção de legumes, cereais, raízes, tubérculos, bulbos, oleaginósas, têxteis, hortículas, frutículas e outras culturas de interesse econômico; produzir e fazer a multiplicação e tecnologia de sementes e mudas; atuar nas áreas da ecologia, fisiologia, botânica e taxionomia vegetal, nutrição vegetal, corretivos e fertilizantes, biologia, química e física do solo, emprego de produtos químicos e biológicos na agricultura; orientar aos usuários, em técnicas relacionadas com a produção vegetal; organizar programas e campanhas de profilaxia e combate e doenças e pragas dos vegetais; exercer atividades relacionadas com a influência do solo, seus acidentes e produtos na transmissão de doenças endêmicas; realizar o estudo sistemático de plantas que servem como criadouros de vetores, a sua distribuição geográfica e estacional, objetivando a eliminação desses criadouros; realizar a avaliação dos resultados do uso de herbicidas nas plantas visadas, na flora circundante e naquela que existir nas propriedades rurais próximas; efetuar o controle das áreas em que forem aplicadas herbicidas, quanto à recuperação e ressurgimento das plantas combatidas; realizar o estudo do solo, mananciais, vegetação neles existentes ou ao longo de cursos d`água e alagados, para identificação de criadouros de parasitas patogênicos ou de vetores de doenças endêmicas; projetar, dirigir e orientar a execução de pequenas obras de hidrografia sanitária, com fins profiláticos ou de controle de endemias; participar no reconhecimento geográfico de área para a implantação de programas ou atividades, tendo em vista o estudo de sua viabilidade, em função de fatores geoclimáticos existentes; orientar na confecção de cartogramas de levantamento de terreno, clima e outros dados necessários ao planejamento e execução de planos de trabalho; orientar a execução de levantamento de áreas em processo de povoamento e colonização, de seus fatores ecológicos e outros que impliquem em riscos epidemiológicos; orientar na manutenção, conservação e recuperação de equipamentos operacionais e participação em sua seleção para aquisição; participar no planejamento, execução e supervisão das operações de inseticidas; participar no planejamento e direção de operações de campo contra vetores de doenças endêmicas em área em que ocorra resistência dos mesmos aos métodos convencionais para o seu controle; realizar as investigações sobre o valor fitosanitário dos diversos produtos empregados no combate de pragas e doenças dos vegetais; realizar a divulgação com fins educativos de métodos e processos de combate a pragas e doenças dos vegetais, através dos meios de comunicação usuais; realizar a execução de serviços de desinfecção fitosanitária; inspecionar vegetais submetidos à quarentena; orientar aos usuários de técnicas relacionadas com a defesa fitosanitária; atuar na resolução de problemas econômicos da produção agrícola e a decisões econômicas que deverão ser tomadas em nível das unidades de produção; promover a integração do setor agrícola nos planos e programas regionais e nacionais; programas de investimentos no setor agrícola; estudar pela viabilidade econômica dos experimentos agropecuários; atuar na orientação aos usuários, em técnicas relacionadas a economia rural; fazer levantamento do uso atual, capacidade de uso, classificação, planejamento e conservação do solo; atuar na mecanização agrícola; realizar avaliação agrícola; construções rurais; instalações elétricas de baixa tensão, para fins agrícolas; topografia e foto-interpretação; irrigação e drenagem para fins agrícolas; captação de águas, reservatórios e barragens para fins agrícolas; estradas de rodagem vicinais para fins agrícolas; fazer o exame de problemas técnicos de engenharia rural; orientar aos usuários, em técnicas relacionadas à engenharia rural; orientar aos usuários, em relação à tecnologia agrícola; emitir laudos e pareceres sobre assuntos de sua competência; manter permanente articulação com Órgãos Estaduais e Federais, visando aplicação de melhores técnicas no setor; apresentar relatórios periódicos; desempenhar outras tarefas afins.

ENGENHEIRO CARTOGRÁFICO - Levantar a produzir dados ambientais para utilização em sistemas de informações em georeferenciada (SIG); Estabelecer critérios e formatos para inclusão de dados no SIG, bem como acompanhar os trabalhos de SIG junto aos órgãos do município e outras entidades; Produzir informação gráfica digital, a partir dos levantamentos ambientais, para posterior consulta e processamento; Operar equipamentos próprios da área da Cartografia, tais como: equipamento para levantamento topográfico, ótico, de cartografia digital entre outros, bem como supervisionar a manutenção; Executar e coordenar os levantamentos topográficos, batimétricos, geodésicos, aerofotogramétricos entre outros; Fiscalizar a implantação de projetos de ruas, loteamentos, malhas viárias, bem como, análise e parecer quanto à previsão de passagem de rua; Atuar como assistente técnico nos processos judiciais que envolvem o município; Prestar atendimento e orientação ao público, em assuntos relacionados a sua área; Desempenhar atividades de coordenação, análise e elaboração de pareceres técnicos; Participar de projetos, estudos e pareceres com equipes multidisciplinares.

ENGENHEIRO CIVIL - Realizar supervisão, coordenação e orientação técnica; fazer estudo, planejamento, projeto e especificação; fazer estudo de viabilidade técnico-econômica; assistência, assessoria e consultoria; realizar a direção de obra e serviço técnico; realizar vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; elaborar orçamento; realizar a padronização, mensuração e controle de qualidade; ser responsável pela execução de obra e serviço técnico; realizar a fiscalização de obra e serviço técnico; realizar a condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; executar a instalação, montagem e reparo; realizar a operação e manutenção de equipamento e instalação; fazer a execução de desenho técnico; planejar, programar, organizar, coordenar a execução das atividades relacionadas com a construção, reforma, manutenção e locação de prédios escolares, administrativos e esportivos, bem como a definição das instalações e equipamentos; executar serviços de urbanismo, obras de arquitetura paisagística e obras de decoração arquitetônica; orientar o mapeamento e a cartografia de levantamentos feitos a áreas operacionais; realizar exame técnico de processos relativos a execução de obras compreendendo a verificação de projetos e das especificações quanto as normas e padronizações; participar da elaboração e execução de convênios que incluam projetos de construção, ampliação ou remoção de obras e instalações; fazer avaliações, perícias e arbitramentos relativos a especialidade; acompanhar e analisar o cumprimento dos contratos celebrados para a execução de obras e serviços; efetuar constante fiscalização dos prédios próprios ou locados pelo órgão, com a finalidade de controlar as condições de uso e habitação; embargar construções que não atendam as especificações do projeto original e as normas de responsabilidade técnica; executar estudo, projeto, fiscalização e construção de núcleos habitacionais e obras; fiscalizar imóveis financiados pelo Município; participar de comissões técnicas; elaborar projetos de loteamentos; coordenar e supervisionar a manutenção de equipamentos; estudar e desenvolver métodos operacionais, bem como, elaborar normas e instruções disciplinadoras para o uso e manutenção dos veículos, equipamentos e obras municipais; elaborar projetos, analisar, fiscalizar e executar instalações elétricas, telefônicas, sinalização, sonorização e relógio sincronizado; executar a locação de obras, junto a topografia e batimetria; apresentar relatórios de suas atividades; desempenhar outras tarefas afins.

ENGENHEIRO DE TRÂNSITO - Desenvolver trabalho na área de Trânsito de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, tais como: Ambiente viário, Segurança no Trânsito, Economia no Transporte Urbano, Gerenciamento de Tráfego, Delitos de Trânsito, Sistemas Eletrônicos de Redução de Acidentes; Conhecer a legislação federal estadual e municipal pertinente; Conhecer todos os Manuais de Operação; Possuir Noções de Operação de Trânsito; Possuir noções de áreas de estacionamento em empreendimentos comerciais, condomínios residenciais, clubes, escolas ou indústrias; Conhecer os conceitos básicos e a praticabilidade de Acessos, Circulação, Ring Road e manobra de veículos em edificações; Conhecimento na área de Acessibilidade de veículos de carga; Possuir conhecimento de Sinalização em Geral.

ENGENHEIRO SANITARISTA - Realizar supervisão, coordenação e orientação técnica; fazer estudo, planejamento, projeto e especificação; fazer estudo de viabilidade técnico-econômica; assistência, assessoria e consultoria; realizar a direção de obra e serviço técnico; realizar vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; elaborar orçamento; realizar a padronização, mensuração e controle de qualidade; ser responsável pela execução de obra e serviço técnico; realizar a fiscalização de obra e serviço técnico; realizar a condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; executar a instalação, montagem e reparo; realizar a operação e manutenção de equipamento e instalação; fazer a execução de desenho técnico; apresentar relatórios de suas atividades; executar outras tarefas afins.

FISCAL DE OBRAS E POSTURAS - Fiscalizar o cumprimento Código de Postura, Código de Edificações e Zoneamento e demais disposições legais e regulamentares pertinentes; notificar e aplicar penalidades previstas em lei e regulamentos municipais; atender consultas de caráter fiscal de posturas, edificações e zoneamento; cooperar na atualização e aperfeiçoamento da legislação de planejamento urbano; executar inspeção em livros, documentos, registros e imóveis, para constatar a satisfação plena da legislação em vigor; fiscalizar o transporte coletivo municipal, os serviços de táxis e lotações, os serviços funerários e outros serviços municipais permitidos, autorizados ou concedidos pelo Município; desincumbir-se de outras tarefas afins.

FISIOTERAPEUTA - Proceder o diagnóstico do estado de saúde dos pacientes, identificando sua capacidade funcional; emitir diagnóstico e prognóstico de situações de risco; planejar,controlar, supervisionar e executar tratamentos de afecções sequelares visando a redução das conseqüências das patologias; supervisionar, controlar,treinar,avaliar as atividades da equipe auxiliar; educar, treinar clientes na correção da postura, reeducando a funcionalidade de órgão afetados; manter controlados e atualizados os registros dos dados, usando-os na elaboração de relatórios estatísticos; manipular, controlar e orientar informações, materiais e equipamentos fisioterápicos; participar da equipe multidisciplinar , na elaboração, planejamento e execução de ações de vigilância sanitária, epidemiológica e de saúde do trabalhador; zelar por sua segurança e de terceiros, bem como pela manutenção e conservação de materiais e equipamentos de seu ambiente de trabalho; participar de auditorias e comissões técnicas, emitindo laudos e pareceres a si pertinentes; participar das ações desenvolvidas pela prefeitura municipal; participar efetivamente da política de saúde do Município, através dos programas implantados pela Secretaria Municipal de Saúde; desempenhar outras tarefas afins.

FONOAUDIÓLOGO - Planejar e executar programas de prevenção auditiva; detectar, atender e encaminhar a clientela, na área de comunicação, tanto oral como escrita; desenvolver, programar e supervisionar treinamento de linguagem, fala, voz, compreensão do pensamento verbalizado; prestar orientações aos familiares e corpo docente, sobre atitudes e responsabilidades na educação e/ ou reabilitação do educando; executar exames fonéticos de linguagem, audiometria e outros procedimentos apropriados, visando ao diagnóstico de limiares auditivos, além do estabelecimento do plano de sonoterapia; demonstrar técnicas de empostação de voz e respiração, orientando os treinamentos foniátricos, auditivos, de dicção e organização do pensamento expresso em palavras, objetivando a reeducação ou reabilitação do cliente; detectar, pela avaliação, as deficiências de comunicação do cliente tais como: fala, linguagem, voz, audição, leitura e escrita; participar da equipe multidisciplinar, colaborando na elaboração de programas de saúde pública; zelar por sua segurança e de terceiros, bem como pela conservação e manutenção de materiais e equipamentos de seu ambiente de trabalho; participar em comissões técnicas e auditorias, com fins diversos, emitindo laudos e pareceres de sua competência; participar efetivamente da política de saúde do município, através dos programas implantados pela Secretaria Municipal de Saúde; desempenhar outras tarefas afins.
MECÂNICO AJUSTADOR - Identificar defeitos mecânicos e orientar os reparos necessários; orientar e treinar mecânicos auxiliares quanto à técnica e processos de trabalhos que necessitem de maior aperfeiçoamento; executar trabalhos de rotina, relacionados à montagem, reparo e ajustagem em motores à combustão de baixa e alta compressão, movidos à gasolina, óleo diesel ou outros conjuntos mecânicos de automóveis, caminhões, tratores, pás-carregadeiras e outros; desmontar, reparar, montar e ajustar cubos de roda, carburador, manga de eixo de transmissão, bomba d’água, de gasolina, caixa de mudança, freio, embreagem, rolamentos, retentor, radiador, válvula, diferencial, distribuição, direção, engrenagem, amortecedor, magnetos, bielas e pistões; desmontar, reparar e montar distribuidores; desmontar, reparar, montar, ajustar , retificar e localizar defeitos ocasionais em motores a combustível; manter atualizada a sua carteira nacional de habilitação e a documentação da máquina, retificar cilindros, eixos, válvulas, relevos, comandos de válvulas e buchas; trocar óleo dos veículos, lavagem e lubrificação de máquinas. Executar a retirada de vazamento de óleo, troca e recuperação de peças danificadas, etc; executar serviços de emergência no sistema elétrico dos veículos, tais como: troca da chave, relês, instalações de faróis, recuperação de chicotes danificados por curto circuitos; executar serviços de lubrificação, lavagem dos equipamentos, troca de óleo e limpeza dos filtros; executar outras tarefas afins.

MECÂNICO DE MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS E VEÍCULOS - Realizar serviços de montagem e desmontagem de pneus; realizar o conserto de câmaras de ar; lubrificar e engraxar os veículos, máquinas e caminhões que compõem a frota municipal; orientar operadores de máquina e motoristas e apoiar a realização do controle de troca de óleo na frota municipal; abastecer os veículos, máquinas e caminhões; controlar o estoque de combustível junto a Garagem do Município; realizar reparos no sistema elétrico na frota municipal; realizar serviços de chapeação na frota municipal; manejar equipamentos de solda; realizar serviços de solda na frota municipal; executar outras tarefas afins.

MÉDICO (todos) - Executar atividades inerentes à promoção, proteção e recuperação da saúde, seja individual ou coletiva; efetuar os atos médicos para os quais está capacitado; prescrever, orientar e supervisionar terapêutica indicada, acompanhando evolução e usando o sistema de referência e contra referência; interpretar resultados de exames solicitados, a fim de emitir diagnóstico preciso; proceder à notificação de doenças de notificação compulsória; participar da equipe multidisciplinar, auxiliando na elaboração do diagnóstico de saúde, objetivando o estabelecimento de prioridades em atividades já implantadas e outras a serem implantadas; manter sempre atualizadas as anotações no prontuário do cliente, anotando o que ele refere, diagnóstico, conduta e evolução da doença; prescrever terapia medicamentosa, orientando dosagem e via de administração; emitir laudos e pareceres a si pertinentes, quando da participação em auditorias e comissões técnicas; atender determinações legais, emitindo atestados, conforme a necessidade de cada caso; colaborar, participando na adequação e ou elaboração de programas de saúde, objetivando sistematização e melhora na qualidade dos serviços prestados ( ações de saúde desenvolvidas); orientar equipe técnica- assistencial nas atividades que lhes forem delegadas; participar em ações de vigilância sanitária, epidemiológica e de saúde do trabalhador; zelar por sua própria segurança e de terceiros, bem como pela preservação e conservação de materiais e equipamentos de seu ambiente de trabalho; atender necessidades da rede de saúde, na execução de suas atividades, obedecendo a diretrizes estabelecidas pela Secretaria Municipal de Saúde, com a finalidade de fazer melhoria na qualidade dos serviços; participar efetivamente da política de saúde do Município, através dos programas implantados pela Secretaria Municipal de Saúde; efetuar atendimento nos serviços próprios da Secretaria e no domicílio; respeitar o código de ética médica; contribuir para a valorização do sistema único de saúde; desempenhar outras tarefas afins.

MÉDICO VETERINÁRIO - Exercer a prática da clínica em todas as suas modalidades; coordenar a assistência técnica e sanitária aos animais, sob qualquer forma; exercer a direção técnica sanitária dos estabelecimentos industriais, comerciais, desportivos, recreativos ou de proteção, onde estejam, permanentemente, em exposição, em serviço ou para qualquer outro fim animal, ou produtos de sua origem; desempenhar a peritagem sobre animais, identificação, defeitos, vícios, doenças, acidentes e exames técnicos em questões judiciais; executar perícias, exames e pesquisas reveladoras de fraudes ou operação dolosa nos animais insetos nas exposições pecuárias; orientar o ensino, a direção, o controle e os serviços de inseminação artificial; participar de eventos destinados ao estudo da medicina veterinária; desenvolver estudos e aplicação de medidas de saúde pública no tocante à doenças de animais, transmissíveis ao homem; proceder a padronização e à classificação dos produtos de origem animal; participar nos exames dos animais para efeito de inscrição nas sociedades de registros genealógicos; realizar pesquisas e trabalhos ligados à biologia geral, à zoologia e à zootécnica bem como a bromatologia animal em especial; proceder a defesa da fauna, especialmente, o controle da exploração das espécies de animais silvestres, bem como dos seus produtos; participar do planejamento e execução da educação rural; apresentar relatórios periódicos; desempenhar outras tarefas afins.

MONITOR SOCIAL I - Atender aos usuários, identificando-os e encaminhando-os ao Assistente social; fazer visitas domiciliares, a escolas e instituições levantando dados necessários ao posterior atendimento social; auxiliar em levantamentos e estudos na área social; desempenhar trabalhos burocráticos de caráter confidencial, relativos aos serviços, organizar fichários, registrar os casos investigados, elaborar e digitar relatórios sobre os trabalhos realizados; desenvolver atividades de grupo com idosos, mulheres e Portadores de Necessidades Especiais; executar atividades diárias de recreação com crianças e trabalhos educacionais de artes diversas; acompanhar as crianças em passeios, visitas e festividades sociais; proceder, orientar e auxiliar as crianças no que se refere à higiene pessoal; auxiliar a criança na alimentação; servir refeições e auxiliar as crianças menores a se alimentarem; auxiliar a criança a desenvolver a coordenação motora; observar a saúde e o bem-estar das crianças, levantando-as, quando necessário, para atendimento médico e ambulatório; ministrar medicamentos conforme prescrição médica; prestar primeiros socorros; orientar os pais quanto à higiene infantil ; vigiar e manter a disciplina das crianças sobre sua responsabilidade; certificar ao superior imediato e aos responsáveis pela criança, qualquer incidente ou dificuldade ocorrida, apurar a freqüência diária e mensal dos usuários dos programas; executar tarefas afins.

MOTORISTA - conduzir veículos automotores destinados ao transporte de passageiros e cargas; recolher os veículos à garagem ou local destinado quando concluída a jornada do dia, comunicando qualquer defeito porventura existente; manter os veículos em perfeitas condições de funcionamento; fazer reparos de emergência; zelar pela conservação do veículo que lhe for entregue; encarregar-se do transporte e entrega de correspondência ou de carga que lhe for confiada; promover o abastecimento de combustíveis, água e óleo; verificar o funcionamento do sistema elétrico, lâmpadas, faróis, sinaleiras, buzinas e indicadores de direção; providenciar a lubrificação quando indicada; verificar o grau de densidade e nível de água da bateria, bem como a calibração dos pneus; auxiliar médicos e enfermeiros na assistência a pacientes, conduzindo caixas de medicamentos, tubos de oxigênio, macas etc; auxiliar Portadores de Necessidades Especiais (PNEs), idosos, pessoas doentes, no embarque e desembarque do veículo, bem como acomodação de cadeiras de rodas, muletas e outros; operar rádio transceptor; proceder o mapeamento de viagens, identificando o usuário, tipo de carga, seu destino, quilometragem, horários de saída e chegada; auxiliar na carga e descarga do material ou equipamento; tratar os passageiros com respeito e urbanidade; manter atualizado o documento de habilitação profissional e do veículo; Executar outras tarefas afins.

NUTRICIONISTA - Proceder ao planejamento, coordenação e supervisão de programas e/ ou serviços de nutrição nas áreas de saúde, educação e do trabalho, entre outros; realizar análise de carências nutricionais/alimentares além do aproveitamento conveniente de recursos dietéticos; proceder ao controle de estoque, preparo, conservação, além da distribuição de alimentos; contribuir no desenvolvimento de ações educativas, visando colaborar na aquisição de hábitos alimentares adequados da população; participar da equipe multidisciplinar, auxiliando no planejamento, elaboração e execução de ações da vigilância epidemiológica, sanitária e de saúde do trabalhador; zelar por sua própria segurança e de terceiros, bem como pela preservação e conservação de materiais e equipamentos de trabalho; cumprir o código de ética profissional; participar efetivamente da política de saúde do município através dos programas implantados pela secretaria municipal de saúde; planejar serviços e programas de nutrição nos campos hospitalares, de saúde pública, educação e de outros similares; organizar cardápios e elaborar dietas; desempenhar outras tarefas afins.

OPERADOR DE MÁQUINAS - Providenciar a lavação, o abastecimento e a lubrificação da máquina; efetuar pequenos reparos na máquina sob sua responsabilidade; operar máquinas como: trator de pneus, rolo compactador, perfuratriz, motoniveladora, trator de esteiras, pá carregadeira, retroescavadeira e outros equipamentos rodoviários, industriais e agrícolas; comunicar ao chefe imediato a ocorrência de irregularidades ou avarias com a máquina sob sua responsabilidade; proceder ao controle contínuo de consumo de combustível, lubrificação e manutenção em geral; proceder o mapeamento dos serviços executados, identificando o tipo de serviço, o local e a carga horária; manter atualizada a sua carteira nacional de habilitação e a documentação da máquina; efetuar os serviços determinados, registrando as ocorrências; executar outras tarefas afins.

PEDREIRO - Trabalhar com instrumentos de nivelamento e prumo; construir e reparar alicerces, paredes, muros, pisos e similares; preparar ou orientar a preparação de argamassa; fazer reboco; preparar e aplicar caiações; fazer blocos de cimento; construir formas e armações de ferro para concreto; colocar telhas, azulejos, ladrilhos, armar andaimes; assentar e recolocar aparelhos sanitários, tijolos, telhas e outros; trabalhar com qualquer tipo de massa a base de cal, cimento e outros materiais de construção; cortar pedras; armar formas para fabricação de tubos; remover materiais de construção; responsabilizar-se pelo material utilizado; calcular orçamentos e organizar pedidos de material; responsabilizar-se por equipes auxiliares necessárias à execução próprias do cargo; executar outras tarefas afins.

PINTOR - Pinta as superfícies externas e/ou internas de edifícios, árvores, meio-fios, placas e outras obras civis, raspando-as, amassando-as e cobrindo-as com uma ou várias camadas de tinta, para protegê-las e/ou decorá-las: verifica o trabalho a ser executado, observando as medidas, a posição e o estado original da superfície a ser pintada, para determinar os procedimentos e materiais a serem utilizados; limpa as superfícies, escovando-as, lixando-as, ou retirando a pintura velha ou das partes danificadas com raspadeiras, solventes e jatos de ar, para eliminar resíduos; lixa, e massa e retoca falhas e emendas, utilizando material apropriado, para corrigir defeitos e facilitar a aderência da tinta; organiza o material de pintura, escolhendo o tipo conveniente de pincel, trincha, espátula ou rolo, para executar corretamente a tarefa; protege as partes que não serão pintadas, utilizando fitas adesivas ou outro meio, para evitar que recebam tinta; pinta as superfícies, aplicando sobre elas uma ou várias camadas de tinta ou produto similar, utilizando o material escolhido, para protegê-las e dar-lhes o aspecto desejado. Pode utilizar andaimes fixos ou suspensos ou escadas, conforme a altura da superfície a ser pintada; executar outras tarefas afins.

PROCURADOR MUNICIPAL - Representar em juízo ou fora dele a parte de que é mandatário, o Município, instituição ou pessoa, nas ações em que estes forem autores, réus ou interessados, acompanhando o andamento do processo, prestando assistência jurídica, apresentando recursos em qualquer instância, comparecendo à audiência e outros atos, para defender direitos ou interesses: estudar a matéria jurídica e de outra natureza, consultando códigos, leis, jurisprudência e outros documentos, para adequar os fatos à legislação aplicável; complementa ou apura as informações levantadas, inquirindo o cliente, as testemunhas e outras pessoas e tomando outras medidas, para obter os elementos necessários à defesa ou acusação; preparar a defesa ou acusação, arrolando e correlacionando os fatos e aplicando o procedimento adequado, para apresentá-la em juízo; acompanhar o processo em todas as suas fases, requerendo seu andamento através de petições específicas, para garantir seu trâmite legal até a decisão final do litígio; representar a parte de que é mandatário em juízo, comparecendo às audiências e tomando sua defesa, para pleitear uma decisão favorável; redigir ou elaborar documentos jurídicos, pronunciamentos, minutas e informações sobre questões de natureza administrativa, fiscal, civil, comercial, trabalhista, penal, tributaria ou outras, aplicando a legislação, forma e terminologia adequadas ao assunto em questão, para utilizá-las na defesa de seus clientes; orientar os representantes legais com relação aos seus direitos e obrigações legais; prestar serviços de consultoria jurídica e desincumbir-se de outras atividades afins.

PSICÓLOGO - Emitir diagnóstico, psicológico e social, através da avaliação da clientela alvo, usando para tanto recursos técnicos e metodológicos apropriados, prestando atendimento, acompanhamento e/ou encaminhamento a outras especialidades; participar da equipe multidisciplinar em programas e ações comunitárias de saúde, objetivando integrar as ações desenvolvidas; planejar, orientar, coordenar, supervisionar, acompanhar e avaliar as estratégias de intervenção psicossocial, partindo das necessidades da clientela identificada; executar atendimento psicossocial através de psicoterapia em sessões grupais ou individualizadas; atuar em pesquisa da psicologia, em relação à saúde, trabalho e educação, entre outros aspectos; participar em ações de assessoria, prestando consultoria e emitindo parecer dentro da perspectiva de sua área de atuação; participar de auditorias e comissões técnicas, emitindo laudos e pareceres que lhe forem pertinentes; participar do programa de saúde mental, exercendo atividades comunitárias, objetivando a capacitação e esclarecimentos; atuar junto ao setor de recursos humanos, na área de recrutamento e seleção de pessoal, bem como acompanhando, treinando e reciclando servidores; zelar por sua segurança e de terceiros, bem como pela preservação e manutenção de materiais e equipamentos em seu ambiente de trabalho; participar na elaboração de normas e rotinas, a fim de obter a dinamização e padronização dos serviços; participar da efetivamente da política de saúde do município , através dos programas implantados pela Secretaria Municipal de Saúde; desempenhar outras tarefas afins.

TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA - Elaborar e orientar estudos ou programas para recuperação e desenvolvimento de propriedades rurais, serviços de instalação de posto, observando a técnica conveniente; dar pareceres e sugestões sobre o aspecto da atividade agropecuária, atendendo ao seu aperfeiçoamento e às condições sociais do homem do campo; orientar a execução do trabalho de campo na área de mecanização do solo, fertilizante mineral e orgânico e auxiliar na elaboração de projetos respectivos; prestar assistência e orientação aos agricultores e criadores. atender consultas feitas por lavradores e criadores; orientar a produção, administração e planejamento agropecuária; organizar e inspecionar granjas, pomares, hortas e plantações em geral; orientar a armazenagem e comercialização de produtos de origem animal e vegetal; orientar e fiscalizar os trabalhos de experimentação de campo; prestar assistência e orientação aos programas de extensão rural; orientar trabalhos de conservação do solo; participar dos trabalhos de experimentação, abrangendo: adubação, variedades resistentes à ferrugem, herbicidas e fungicidas; participar de previsões de safras; prestar assistêcia no tocante ao crédito agrícola; orientar a produção de sementes e mudas; executar outras tarefas semelhantes.

TÉCNICO EM ALIMENTOS - Analisar os alimentos de origem animal e/ou vegetal que devem ser industrializados; opinar sobre processos de beneficiamento e conservação a serem utilizados; indicar normas e padrões de controle de qualidade dos produtos; inspecionar estabelecimentos ligados a indústria de alimentos; executar programas de alimentação; fazer pesquisas cromatológicas; cuidar da higiene e valor nutritivo dos cardápios; zelar por sua segurança e de terceiros, bem como por materiais e equipamentos de seu ambiente de trabalho; respeitar o sigilo profissional; participar efetivamente da política de saúde do município, através dos programas implantados pela Secretaria Municipal de Saúde; executar outras tarefas afins.

TÉCNICO EM DESENHO - Tirar cópias xerográficas e heliográficas (projetos e mapas); montar e desenhar projetos de edificações, projetos hidro-sanitários; desenhar mapas; atualizar cadastros; cadastrar obras; realizar plotagens; montar documentos para processos licitatórios de obras; realizar desenhos topográficos; executar outras tarefas afins.

TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES - Prestar assistência técnica no estudo e desenvolvimento de projetos e pesquisas tecnológicas; responsabilizar-se pela elaboração e execução de projetos compatíveis com a respectiva formação profissional; os técnicos das áreas de arquitetura e de engenharia civil, na modalidade de edificações, poderão projetar e executar edificações de até 80,00 m² de área construída, que não constituam conjuntos residenciais, bem como realizar reformas; executar e conduzir a execução técnica de trabalhos profissionais, bem como orientar e coordenar equipes de execução de instalações, montagens, operação, reparos ou manutenção; prestar assistência técnica e assessoria no estudo de viabilidade e desenvolvimento de projetos e pesquisas tecnológicas, ou nos trabalhos de vistoria, perícia, avaliação, arbitramento e consultoria, exercendo, dentre outras, as seguintes atividades; coletar dados de natureza técnica; desenhar detalhes e representação gráfica de cálculos; elaborar orçamento de materiais e equipamentos, instalações e mão-de-obra; detalhar programas de trabalho, observando normas técnicas de segurança; aplicar normas técnicas concernentes aos respectivos processos do trabalho; executar ensaios de rtina, registrando observações relativas ao controle de qualidade dos materiais, peças e conjuntos; regular máquinas, aparelhos e instrumentos técnicos; executar, fiscalizar, orientar e coordenar diretamente serviços de manutenção e reparo de equipamentos, instalações e arquivos técnicos específicos, bem como conduzir e treinar as respectivas equipes; dar assistência técnica na compra, venda e utilização de equipamentos e materiais especializados, assessorando, padronizando, mensurando e orçando; ministrar disciplinas técnicas constantes dos currículos do ensino de 1º e 2º graus, desde que possua formaçã específica, incluída a pedagógica, para o exercício do magistério, nesses dois níveis de ensino; prestar assistência técnica e assessoria no estudo e desenvolvimento de projetos e pesquisas tecnológicas, ou nos trabalhos de vistoria, perícia, arbitramento e constoria, exercendo, dentre outras, as seguintes tarefas; conduzir, executar e fiscalizar obras e serviços técnicos; elaborar relatórios e pareceres técnicos, ao âmbito de sua habilitação; executar trabalhos de mensuração e controle de qualidade; conduzir e coordenar equipes de instalação, montagem e operação, reparo ou manutenção; treinar e conduzir equipes de execução de serviços e obras de sua modalidade; apresentar relatórios de suas atividades; desempenhar outras tarefas semelhantes.

TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA - Elaboração de projetos elétricos residenciais, comerciais e industriais; Execução, supervisão e controle da manutenção em sistemas elétricos de potência; Execução, supervisão, inspeção e controle em serviços de manutenção eletro/eletrônica; Execução técnica de trabalhos profissionais, bem como de orientação e coordenação de equipes de trabalho em instalações, montagens, operações, reparos ou manutenção; Elaboração de relatórios de ocorrências e pesquisas.

TÉCNICO EM ENFERMAGEM - Executar atividades dentro dos setores determinados pela chefia de enfermagem; aferir e controlar sinais vitais, utilizando-se de materiais e equipamentos adequados; preparar clientes para consultas, exames e outros procedimentos facilitando a sua realização; executar curativos, usando seus conhecimentos e/ou conhecimentos seguindo prescrições médicas e / ou de enfermagem, proporcionando alívio ao paciente, bem como facilitando a cicatrização de ferimentos, suturas e escoriações; auxiliar no preparo do material e instrumental para esterilização bem como na desinfecção de ambientes e equipamentos , permitindo maior segurança aos procedimentos como: exames, tratamentos, pequenas cirurgias, e atendimentos de ginecologia e obstetrícia; administrar medicamentos por via oral e/ou parenteral, prestando informações aos clientes sobre possíveis reações, além de aplicar vacinas e fazer os devidos registros em formulários apropriados; realizar visita domiciliar, elaborando após o relatório; observar os cuidados universais em proteção individual; cumprir o código de ética da profissão; zelar por sua segurança e de terceiros, bem com pela preservação e manutenção de materiais e equipamentos em seu ambiente de trabalho; executar outras tarefas afins.

TECNÓLOGO EM AGRIMENSURA - Aplicar a legislação e as normas técnicas vigentes; Identificar as superfícies e sistemas de referência, as projeções cartogrpaficas e sistemas de coordenadas; Organizar e supervisionar equipes de trabalho para levantamento e mapeamento; Executar cadastro técnico multifinalitário identificando métodos e equipamentos de coleta de dados; Identificar tipos, propriedades e funções de mapas; Elaborar mapas a partir de dados georreferenciados, utilizando métodos e equipamentos adequados; Identificar os tipos, a estrutura de dados e as aplicações de sistema de informações geográficas; Periciar; Locar obras; Atuar em equipes científicas multidisciplinares; Executar ajustamento de redes e pontos; Atuar em projetos de geoposicionamento; Atuar na conservação e manutenção preventiva de equipamentos; Atuar em avaliações topográficas rurais e urbanas.

TECNÓLOGO EM ESTRADAS - Elaboração de orçamento; Padronização, mensuração em controle de qualidade; Condução de trabalho técnico; Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; Execução de instalação, montagem e reparo; Operação e manutenção de equipamento e instalação; Execução de desenho técnico; Sob a supervisão de Engenheiros, Arquitetos ou Engenheiros Agrônomos: execução de obra e serviço técnico e fiscalização de obra e serviço técnico.

TELEFONISTA - Operar centrais telefônicas, troncos e ramais; orientar e emitir pareceres sobre os serviços referentes a centrais telefônicas; atender as chamadas internas e externas, localizando pessoas quando solicitadas; controlar e auxiliar as ligações de telefone automático; prestar informações gerais relacionadas com o órgão; manter registro de ligações a longa distância; receber e transmitir mensagens pelo telefone; comunicar ao chefe imediato os defeitos verificados nos ramais e mesa; fornecer dados para elaboração de expedientes à empresa concessionária dos serviços telefônicos, a respeito de mudança, instalação, retirada, defeito, etc; propor normas de serviços e remodelação de equipamento; executar tarefas semelhantes e afins.

TERAPEUTA OCUPACIONAL - Planejar, desenvolver e avaliar os programas de terapia ocupacional junto a clientela de diversificada faixa etária, a fim de promover melhor Qualidade de integração entre o indivíduo e o meio; participar da equipe multidisciplinar na elaboração de planejamento e execução de atividades de vigilância sanitária, epidemiológica e saúde do trabalhador; colaborar na elaboração e avaliação de pesquisas e programas de saúde, bem como promovendo a prevenção da deficiência física e mental; garantir o controle e manutenção de informações e instrumentos, visando a eficiência de sua área profissional; assessorar em projetos e programas, orientando a comunidade através de sua perspectiva profissional; zelar por sua própria segurança e de terceiros, bem como pela preservação e conservação de materiais e equipamentos de seu ambiente de trabalho; cumprir o código de ética profissional; cumprir o plano municipal de saúde; participar efetivamente da política de saúde do Município, através dos programas implantados pela Secretaria Municipal de Saúde; desempenhar outras tarefas afins.

VIGIA - Manter a vigilância em geral; controlar a entrada e saída de pessoas e veículos no recinto de trabalho, exigindo, quando for o caso, a identificação ou autorização para ingresso; relatar anormalidades verificadas; requisitar reforço policial, quando necessário, dando ciência do fato ao chefe imediato; verificar, após o expediente normal do órgão, o fechamento de janelas e portas; informar e encaminhar o público aos órgãos e setores competentes. Ligar sistema de vigilância eletrônica, observando Qualquer irregularidade, dando ciência ao setor ou responsável; executar outras tarefas afins.

 


 

ANEXO II

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E/OU REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

 

Para os cargos de AGENTE MUNICIPAL DE TRÂNSITO, ATENDENTE DE CONSULTÓRIO DENTÁRIO, AUXILIAR DE ENFERMAGEM, FISCAL DE OBRAS E POSTURAS I, MONITOR SOCIAL I, MOTORISTA, TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA, TÉCNICO EM ALIMENTOS, TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES, TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA, TÉCNICO EM ENFERMAGEM e TELEFONISTA

 

CONHECIMENTOS GERAIS

 

Conteúdo 1 – PORTUGUÊS – Comum a todos

1) LEITURA E ANÁLISE DO TEXTO: compreensão do texto, significado contextual das palavras e expressões. Sinonímia, antonímia, homonímia e paronímia. Coesão, clareza e concisão. Vocabulário. 2) FONÉTICA E FONOLOGIA: letra/fonema. Classificação dos fonemas. Encontros vocálicos e consonantais. Dígrafo. Divisão silábica, acentuação gráfica e ortografia. 3) MORFOLOGIA: classes gramaticais: classificação e flexões. Estrutura e formação de palavras. 4) SINTAXE: introdução à sintaxe (frase, oração e período). Termos da oração. Período simples e composto. Pontuação. Concordância Verbal e Nominal. Regência Verbal e Nominal. Colocação Pronominal e crase. 5) PROBLEMAS GERAIS DA LÍNGUA CULTA: uso do porquê, que/quê, onde/aonde, mal/mau, senão/se não, ao encontro de/de encontro a, afim/a fim, demais/de mais, a/há, acerca de/há cerca de, ao invés de/em vez de, à-toa/à toa, dia-a-dia/dia a dia, tampouco/tão pouco, mas/mais, a par/ao par, cessão/sessão/secção e uso do hífen.

 

Conteúdo 2 – MATEMÁTICA – Comum a todos

1) CONJUNTOS NUMÉRICOS: Noções básicas, tipos e operações. 2) Funções: Função polinomial do 1º e 2º grau, modular, exponencial, logarítmica. 3)EQUAÇÕES: 1º e 2º graus, exponencial e logarítmica. 4) POLINÔMIOS: operações básicas e equações. 5) MATRIZES E DETERMINANTES. 6) SISTEMAS LINEARES: 2, 3 ou mais variáveis. 7) Análise combinatória: fatorial, arranjo, permutação e combinação simples. Binômio de Newton. 8) PROBABILIDADE. 9) Sucessão ou seqUência: progressões aritméticas e geométricas. 10) TRIGONOMETRIA: trigonometria no triângulo retângulo, num triângulo qualquer e no ciclo. Funções trigonométricas e inversas. Equações e inequações trigonométricas. 11) PORCENTAGEM. 12) MATEMÁTICA COMERCIAL E FINANCEIRA: juro simples e composto. Desconto simples por dentro e bancário. Taxas. 13) GEOMETRIA: Plana (polígonos regulares e irregulares) e espacial (poliedros em geral). Ângulos. Perímetros. Calculo de área, volume, massa das figuras planas e espaciais. Teoremas de Tales e Pitágoras. Polígonos regulares inscritos e circunscritos em qualquer outro polígono. 14) GEOMETRIA ANALÍTICA: A reta e a circunferência no plano cartesiano. 15) Números complexos: Operações básicas, forma algébrica e trigonométrica.

 

Conteúdo 3 – CONHECIMENTOS GERAIS – Comum a todos

História do Brasil: Brasil Colônia, Brasil Império, Brasil República; Organização político-administrativa do Brasil; Agronegócios e a economia brasileira; Espaço industrial brasileiro; migrações populacionais e urbanização no Brasil; Contexto internacional; Neoliberalismo e globalização, Mercosul; Questões ambientais; Aspectos históricos e geográficos do Estado de Santa Catarina e do município de Chapecó; Aspectos econômicos do Estado de Santa Catarina e do município de Chapecó; Atualidades relativas ao País, ao Estado de Santa Catarina e ao Município de Chapecó.

 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

 

Conteúdo 1 – INFORMÁTICA GERAL – Comum a todos

1) Informática em Geral: conceitos. 2) Periféricos de um Computador. 3) Hardware. 4) Software. 5) Utilização do Sistema Operacional Windows XP. 6) Configurações Básicas do Windows XP. 7) Aplicativos Básicos (bloco de notas, calculadora, Paint, WordPad).  8) Instalação, configuração e utilização: Processador de Textos Microsoft Word (a partir da versão 2000) e Planilha Eletrônica Excel ( a partir da versão 2000) . 9) Configuração de Impressoras. 10) Noções básicas de Internet (Internet Explorer a partir da versão 6.0) 11) Noções básicas de Correio Eletrônico – Outlook.

Referências Bibliográficas:

- BRAGA, William Cesar. Microsoft Windows XP, Rio de Janeiro: Alta Books, 2002

- MICROSOFT PRESS, Dicionário de Informática. Tradução de Valeria Chamon. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

- NORTON, Peter. Introdução à Informática. São Paulo: Makron Books, 1996.

- VELLOSO, F.DE C. Informática: conceitos básicos. Rio de Janeiro: Campus, 1999.

- BATTISTI, Júlio. Windows XP – Home & Professional Para Usuários e Administradores. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil Editora, 2002.

- MICROSOFT CORPORATION. Ajuda do Internet Explorer  (Ajuda eletrônica integrada ao Programa Internet Explorer).

- MICROSOFT CORPORATION. Ajuda do Microsoft Excel (Ajuda eletrônica integrada ao Programa MS Excel).

- MICROSOFT CORPORATION. Ajuda do Microsoft Word (Ajuda eletrônica integrada ao Programa MS Word).

- MICROSOFT CORPORATION. Ajuda do Microsoft, Windows XP. (Ajuda eletrônica integrada ao MS Windows XP).

- Manuais e apostilas de referência do Pacote Office  e ajuda on-line (help).

 

Conteúdo 2 – LEGISLAÇÃO – Comum a todos

- BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil - Com as Emendas Constitucionais. (Dos Direitos e Garantias Fundamentais - Art. 5° a 11. Da nacionalidade – Art. 12 e 13. Da Organização do Estado - Art. 29 a 41. Da Organização dos Poderes - Art. 59 a 83).

- Lei Orgânica do Município.

- Lei Complementar nº 3, de 03 de maio de 1990 – Institui o Regime Jurídico para os Servidores Civis da Administração Direta, Autárquica e Fundacional. # Substituída pela Lei Complementar nº 131/2001, de acordo com o Edital nº003/2008.

- Lei Complementar nº 130/2001, de 05 de dezembro de 2001 – Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município.

 

Conteúdo 3 – CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS DO CARGO

 

AGENTE MUNICIPAL DE TRÂNSITO

- Código de Trânsito Brasileiro Lei nº 9.503/97.

- Lei Complementar nº 04/1990, de 31 de maio de 1994 – Plano Diretor Físico-Territorial de Chapecó. # Substituída pela Lei Complementar nº 202/2004, de acordo com o Edital nº003/2008.

- RIBEIRO, Luiz Arthur Montes, "Manual de Educação para o Trânsito".  Ed,Juruá-PR

 

ATENDENTE DE CONSULTÓRIO DENTÁRIO

Conteúdos:

Todo o conteúdo da bibliografia abaixo:

Referências Bibliográficas:

- FIGLIOLI, Maria Devanir “ Treinamento do Pessoal Auxiliar em Odontologia ” RGO, Porto Alegre, 1996.

- RIBEIRO, Antonio Inácio “ACD Atendente de Consultório Dentário” Curitiba, Editora Maio ODONTEX /2001

- GUANDALINI, Sérgio Luiz  “ Biossegurança em Odontologia ” Odontex , Curitiba/1999.

- KRASSE, Bo “ Risco de Cárie: Um guia Prático para Avaliação e Controle”2ª Quintessence Ed. Ltda.1988.      

- CRAIG, Robert. O’BRIEN William J.. POWERS John M.  “ Materiais dentários Propriedades e Manipulação. ” Editora Guanabara Rio de Janeiro/1983.

- GALAN, João Junior “Materiais Dentários O Essencial para o Estudante e o Clínico ” 1 ª Ed Editora Santos São Paulo/1999.

- BUISCHI, I. P. " Promoção de Saúde Bucal na Clínica Odontológica" ( Org,) V.22 EAP - APCD, Editora Artes Médicas, São Paulo, 2000.

- MUNICIPALIZAÇÃO DA SAÚDE - SUS - SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - Secretaria da Saúde e do Meio Ambiente - Lei nº 8080/90 e Lei nº 8142/90

- MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Assistência à Saúde, Controle de Infecções e a Prática Odontológica em tempos de Aids, Manual de Condutas.

- Plano Municipal de Saúde de Chapecó.

 

AUXILIAR DE ENFERMAGEM

Conteúdo:

1) Legislação. 2) Direitos da criança e do adolescente. 3) Noções de anatomia. 4) Relações Humanas No Trabalho: Equipe de trabalho e pacientes. 5) Noções de Microbiologia: Infecção e desinfecção. 6) Esterilização de materiais. 7) Preparo e manuseio de materiais para procedimentos. 8) Medidas de conforto: a) Preparo do leito, b) Movimentação, c) Transporte e higiene do paciente. 9) Alimentação do adulto e da criança. 10) Preparo do paciente para exames e cirurgias: assistência à exames diversos. 11) Assistência aos pacientes nas eliminações. 12) Coleta de exames. 13) Verificação de sinais vitais. 14) Aplicação de calor e frio. 15) Administração de medicamentos. 16) Prevenção de acidentes. 17) Primeiros socorros. 18) Assistência no pré-natal. 19) Doenças comuns na infância. 20) Programas saúde pública. 21) Imunizações. 22) Preparo do corpo após a morte e outros procedimentos de acordo com as atribuições do profissional. 23) Prevenção e controle das infecções hospitalares.

Referências Bibliográficas:

- LIMA, Idelmina Lopes de e outros, “Manual do Técnico e Auxiliar de Enfermagem”. Goiânia, Editora AB

- MINISTÉRIO DA SAÚDE – Fundação Nacional de Saúde “Manual de Normas de Vacinação”

- MINISTÉRIO DA SAÚDE, “Portaria no 2616 de 12 de maio 1998”. Dispõe sobre prevenção e controle das infecções hospitalares.

- MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual técnico para o controle da tuberculose: cadernos da atenção básica. Secretaria de Políticas de Saúde Departamento de Atenção Básica.

- MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Procedimentos para Vacinação.

- MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia para controle da hanseníase.

- MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Rede de Frio – Ministério da Saúde – Fundação Nacional de Saúde.

- SOARES, José Luis. “Programas de Saúde”. Editora Scipione, SP.

- SORRENTINO, Sheila A., “Fundamentos para o Auxiliar de Enfermagem”. Porto Alegre, Editora Artmed

- VEIGA, Deborah de Azevedo. CROSSETTI, Maria da Graça Oliveira “Manual de Técnicas de Enfermagem” , Sagra-DC Luzzatto Editores.

- MUNICIPALIZAÇÃO DA SAÚDE - SUS - SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - Secretaria da Saúde e do Meio Ambiente - Lei nº 8080/90 e Lei nº 8142/90

- Estatuto da Criança e do Adolescente  Lei nº 8.069/90.

- LEI DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL: Lei nº 7498, de 1986 e suas alterações e Decreto nº 94406/87.

- Novo Código de Ética da Enfermagem Brasileira – Resolução COFEN nº 311/2007.

- Resolução COFEN nº 195/97.

- Plano Municipal de Saúde de Chapecó.

- Lei nº7.498, de 25 de janeiro de 1986 – Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem.

- Portaria nº336/GM, de 19 de fevereiro de 2002.

- Portaria nº399/GM, de 22 de fevereiro de 2006.

- Portaria nº 2246, de 18 de outubro de 2004.

 

FISCAL DE OBRAS E POSTURAS I

- BRASIL “Código Tributário Nacional” (Artigos 1° ao 16 e Artigos 96 ao 182).

- Lei Complementar nº 04/1990, de 31 de maio de 1994 – Plano Diretor Físico-Territorial de Chapecó. # Substituída pela Lei Complementar nº 202/2004, de acordo com o Edital nº003/2008.

- Lei nº 3.661/1995 e alterações, de 1º de dezembro de 1995 - Código de Obras do Município de Chapecó.

- Lei nº 170/83 e alterações, de 20 de outubro de 1983 –  Código Tributário do Município de Chapecó.

 

MONITOR SOCIAL I

Conteúdo:

1) Legislação; 2) Educação e Sociedade; 3) Planejamento na Prática Educativa; 4) Currículo Escolar; 5) Educação Popular; 6) Papel do Professor frente aos novos desafios da sala de aula; 7) Limites e educação; Infância, Cultura e Pedagogia; 8) Desenvolvimento infantil; 9) Educação Infantil no cenário mundial; 10) Ação pedagógica com crianças de zero a seis anos; 11) A Inserção escolar - relações entre família e escola; 12) Organização do tempo e espaço físico na escola; 13) A higiene e a saúde.

Referências Bibliográficas:

- Lei nº 8.069/90. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - ECA.

- ABRAMOWICZ, Anete; WASJSKOP, Gisela. Educação Infantil: Creches - atividades para crianças de zero a seis anos. São Paulo: Moderna, 1999.

- ARIÉS, Phillipe. História social da criança e da família. Rio de Janeiro: Guanabara,1981.

- CURY, Augusto Jorge. Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, Rio de Janeiro: Sextante, 2003.

- CRAYDY, Maria; Kaerccher, Gládis Elise P. da Silva. Educação Infantil: pra que te quero? Porto Alegre: Artmed, 2001.

- DEVRIES, Retha; ZAN, Betty. A ética na Educação Infantil: o ambiente sócio moral na escola”. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

- LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo, Cortez, 1992.

- FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Paz e Terra, 1996.

- FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Paz e Terra,1987.

- PEREIRA, Denise Zimpek e outros “Criando crianças”. Editora Magister

- PILETTI, Claudino. Didática geral. São Paulo: Ática, 1993.

- STOBÄUS, C. D.; MOSQUERA, J. J. M. Educação Especial: em direção à escola inclusiva. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2003.

- ZAGURY, Tania. Limites sem trauma. Rio de Janeiro: Record, 2001. 

- WADSWORTH, Barry J. Inteligência e afetividade da criança na teoria de Piaget. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2003

- WINNICOTT, D. W. A criança e o seu mundo. RJ: Guanabara Koogan, 1982

 

MOTORISTA

Conteúdo:

1)Legislação (Código de Trânsito Brasileiro, seu regulamento e Resoluções do Contran). 2)Conhecimento teórico de primeiros socorros, restrito apenas às exigências do Contran ou órgão regulamentador de trânsito.

Referências Bibliográficas:

- Código de Trânsito Brasileiro – Lei n° 9.503 de 23/09/1997, seu regulamento e Resoluções do Contran

Manuais, livros ou revistas sobre os conteúdos indicados.

 

TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA

Conteúdo:

1)Teoria e princípio sobre o plantio direto. 2) Palha, material orgânico e biologia do solo. 3) Morfologia, classificação e fertilidade do solo e nutrição de plantas. 4) Principais plantas de cobertura do solo, características e manejo. 5) Agroecologia: princípios, conceitos e manejo de culturas. 6) O Estudo e classificação das áreas silvestres. 7) Planejamento e administração das áreas silvestres. 8) Proteção e interpretação da natureza. 9) A fauna nas áreas silvestres. 10) Olericultura: Principais olerícolas.  Clima, solo, adubação, tratos culturais, época de plantio e colheita. 11) Hidroponia. 12) Cultivo em ambiente protegido: construção e manejo de estufas e túneis. 13) Culturas: Milho, Soja, Arroz, Feijão, Batata, Trigo, Aveia, Sorgo: características botânicas, fisiologia da planta, cultivares, semeadura, adubação, tratos culturais, colheita e aspectos pós-colheita. 14) Plantas daninhas, doenças e insetos-pragas nas principais culturas. 15) Fruticultura: Propagação das plantas frutíferas, principais árvores frutíferas e suas características como: solo, clima, adubação e colheita. 16) Bovinocultura de Leite: Qualidade do leite, manejo, sanidade, nutrição, instalações. 17) Bovinocultura de Corte, Ovinocultura, Avicultura, Piscicultura e Suinocultura: manejo, nutrição, sanidade e instalações. 18) Tecnologia e Segurança na Aplicação de Agrotóxicos. 19) Lei 7.802/1989 com as alterações dadas pela Lei 9.974/2000 e regulamentada pelo Decreto 4.074/2002.

Referências Bibliográficas:

- ALBERONI, R.B. Hidroponia: como instalar e manejar o plantio de hortaliças dispensando o uso do solo. São Paulo: Nobel, 1998

- BATTISTON, Walter Cazellato. Gado leiteiro: manejo, alimentacão e tratamento. Campinas: Instituto Campineiro de Ensino Agricola, 1977

- BICCA, E.F. Extensão Rural: da pesquisa ao campo. Editora Agropecuária. Guaíba, RS

- CANTARELLI; Ligia Margareth. Noções sobre produção de leite. Pelotas: EMBRAPA,2006. 172p.

- CHABOUSSOU, F. Plantas doentes pelo uso de agrotóxicos: a teoria da trofobiose. Porto Alegre: L& PM

- CLARO, S. A. Referenciais tecnológicos para a agricultura familiar ecológica: a experiência da Região Centro-Serra do rio Grande do Sul. Porto Alegre: EMATER/RS - ASCAR, 2001. # Excluída de acordo com o Edital nº 003/2008.

- C. W. Holmes; G. F. Wilson. Produção de leite à pasto. Instituto Campineiro de Ensino Agricola,1990. 708p.

- FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. Viçosa: UFV, 2003.

- FILHO, A. BERGAMIM. KIMATI, H. AMORIM, L. Manual de Fitopatologia. São Paulo: Ceres. Volumes I e II.

- GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola.  Piracicaba: FEALQ, 2002.

- GASSEN, D.; GASSEN, F. Plantio Direto:  caminho do futuro. Passo Fundo: Aldeia Sul, 1996.

- GIANNONI, Marcos Antonio; Giannoni, Miriam Luz. Gado de leite: genetica e melhoramento. Sao Paulo: Nobel,1987

- GLIESSMAN, S.R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável.  3. ed. Porto Alegre: Editora da Universidade/UFRGS, 2005.

- GUEDES, J.V.C; DORNELLES, S.H.B. Tecnologia e Segurança na Aplicação de Agrotóxicos. Santa Maria: UFSM/CCR, 1998.

- KIRCHOF, B. Exploração Leiteira para produtores. Guaíba: Agropecuária, 1994.

- MALAVAZZI, G.   Avicultura: manual pratico.  São Paulo: Nobel, 1999.

- MELLO, F. de A. F. de et al. Fertilidade do solo. São Paulo: Nobel, 1983.

- MONEGAT, C. Plantas de Cobertura do Solo: características e manejo em pequena propriedade. Chapecó/SC: Ed. do autor.

- OSTRENSKY, A.; BOEGER, W.  Piscicultura: fundamentos e técnicas de manejo.Guaíba: Agropecuária, 1998.

- PEREIRA NETO, O.A., et al. Práticas em ovinocultura: ferramentas para o sucesso.  P.Alegre: SENAR-RS, 2004.

- SILVA, L. L. da. Ecologia: manejo de áreas silvestres. Santa Maria: MMA, FNMA, FATEL, 1996.

- SIMÃO, S. Tratado de Fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998.

- SOBESTIANSKY, J.; WENTZ, IVO; SILVEIRA, P. R. S. da; SESTI,. A. C. (Ed.) Suinocultura intensiva: produção, manejo e saúde do rebanho. Brasília: Embrapa Serviço de Produção de Informação, 1998.

- Sociedade Brasileira de Zootecnia.  Bovinocultura de corte.  Piracicaba: FEALQ, 1990.

- VARGAS, L.; ROMAN, E.S. Manual de Manejo e Controle de Plantas Daninhas. Bento Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho, 2004.

- VIDAL, R.A.; MEROTTO JÚNIOR, A. Herbicidologia. Porto Alegre: Edição dos autores, 2001.

 

TÉCNICO EM ALIMENTOS

Conteúdo:

1) Industrialização de alimentos. 2) Matérias-primas. 3) Microbiologia de alimentos. 4) Alterações de alimentos. 5) Microrganismos e enzimas de utilidade na indústria de alimentos. 6) Conservação de alimentos. 7) Aditivos e coadjuvantes. 8) Embalagens de alimentos. 9) Higiene, limpeza e sanitização na indústria de alimentos. 10) Controle de qualidade. 11) Fraudes em alimentos.

Referências Bibliográficas:

- EVANGELISTA, José. Tecnologia de Alimentos. São Paulo: Atheneu, 1994.


 

TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES

Conteúdo:

1) Estruturas de aço: conceitos básicos 2) Estruturas de concreto armado: comportamento mecânico e reológico do concreto; determinação da resistência característica do concreto; conceitos básicos de dimensionamento de seções retangulares e T sob flexão simples. 3) Resistência dos materiais: conceitos básicos sobre análise de tensões; elementos da mecânica vetorial (momentos de inércia e centróides de áreas); análise estrutural. 5) Projeto e execução de obras civis: topografia e terraplenagem: locação de obra, sondagens, instalações provisórias; canteiro de obras; depósito e armazenamento de materiais, equipamentos e ferramentas; fundações; escavações; escoramentos; estruturas metálicas, de madeira e de concreto; formas; armação; alvenaria estrutural; estruturas pré-fabricadas; controle tecnológico; argamassas; instalações prediais; alvenarias e revestimentos; esquadrias e vidros; coberturas; pisos e pavimentação; impermeabilização; segurança e higiene do trabalho; ensaios de recebimento da obra; desenho técnico; pintura, drenagem urbana; materiais de construção:. 9) Conhecimento em AUTOCAD 2000 e 2004, incluindo conceitos, referências, configurações e utilitários. 10) Legislação.

Referências Bibliográficas:

- MATSUMOTO, Élia Yatie. “AUTOCAD 2004 – Fundamentos 2D e 3D”. Editora Érica.

- Projeto e execução de obras em concreto armado, NBR 6118, editora, ABNT

- TIMOSHENKO, “Mecânica dos Sólidos”, Ed Livros Técnicos e Científicos, Vol 1

- YAZIGI, Walid, “A técnica de edificar”, Ed PINI – SINDUSCON/SP, 1998. (http://www.pini.com.br/ ou  HYPERLINK "http://www.piniweb.com/" _http://www.piniweb.com_)

- Lei Complementar nº 04/1990, de 31 de maio de 1994 – Plano Diretor Físico-Territorial de Chapecó. # Substituída pela Lei Complementar nº 202/2004, de acordo com o Edital nº003/2008.

- Lei nº 3.661/1995 e alterações, de 1º de dezembro de 1995 - Código de Obras do Município de Chapecó.

 

TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA

Conteúdo:

1) Questionamentos sobre instalação de fiação elétrica, montagem de quadros de distribuição, caixas de fusível, tomadas e interruptores. 2) Instalação elétrica e de circuitos, utilização de aparelhos de precisão, reparo ou substituição de unidades danificadas. 3) Utilização de ferramentas manuais, soldas e materiais isolantes. 4) Instalação e manutenção de motores e geradores elétricos. 5) Leitura de desenhos e esquemas de circuitos elétricos. 6) Noções de segurança e higiene do trabalho. 7) Limpeza do local de trabalho. 8) Remoção de lixos e detritos.

Referências Bibliográficas:

- Livros e manuais diversos que contenham o conteúdo acima elencado.

 

TÉCNICO EM ENFERMAGEM

Conteúdo:

1) Legislação. 2) Direitos da criança e do adolescente. 3) Noções de anatomia. 4) Relações humanas no trabalho: equipe de trabalho e pacientes. 5) Noções de microbiologia: infecção e desinfecção. 6) Esterilização de materiais. 7) Preparo e manuseio de materiais para procedimentos. 8) Medidas de conforto: a) Preparo do leito, b) Movimentação, c) Transporte e higiene do paciente. 9) Alimentação do adulto e da criança: a) Dietas, b) Administração. 10) Preparo do paciente para exames e cirurgias: assistência a exames diversos. 11) Assistência aos pacientes nas eliminações. 12) Coleta de exames. 13) Verificação de sinais vitais. 14) Aplicação de calor e frio. 15) Administração de medicamentos: dosagens e aplicação. 16) Hidratação. 17) Curativos. 18) Sondagens. 19) Cuidados no pré, trans e pós operatório. 20) Prevenção de acidentes. 21) Primeiros socorros. 22) Assistência no pré-natal. 23) Doenças comuns na infância. 24) Programas saúde pública. 25) Imunizações. 26) Preparo do corpo após a morte. 27) Procedimentos em clínica cirúrgica: a) obstétrica, b) pediátrica, c) centro cirúrgico e outros procedimentos de acordo com as atribuições do profissional. 28) Prevenção e controle das infecções hospitalares.

Referências Bibliográficas

- BOLICK, Dianna e outros, “Segurança e Controle de Infecção”. Rio de Janeiro, Reichmann & Affonso Editores,

- LIMA, Idelmina Lopes de e outros, “Manual do Técnico e Auxiliar de Enfermagem”. Goiânia, Editora AB

- MARCONDES, Ayrton César. “Programas de Saúde (2º Grau) ”. Volume Único - Atual Editora, SP.

- MINISTÉRIO DA SAÚDE – Fundação Nacional de Saúde “Manual de Normas de Vacinação”

- MINISTÉRIO DA SAÚDE, “Portaria no 2616 de 12 de maio 1998”. Dispõe sobre prevenção e controle das infecções hospitalares.

- MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual técnico para o controle da tuberculose: cadernos da atenção básica. Secretaria de Políticas de Saúde Departamento de Atenção Básica.

- MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Procedimentos para Vacinação.

- MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia para controle da hanseníase.

- MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Rede de Frio – Ministério da Saúde – Fundação Nacional de Saúde.

- SOARES, José Luis. “Programas de Saúde”. Editora Scipione, SP.

- VEIGA, Deborah de Azevedo. CROSSETTI, Maria da Graça Oliveira “Manual de Técnicas de Enfermagem” , Sagra-DC Luzzatto Editores.

- MUNICIPALIZAÇÃO DA SAÚDE - SUS - SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - Secretaria da Saúde e do Meio Ambiente - Lei nº 8080/90 e Lei nº 8142/90

-  Estatuto da Criança e do Adolescente  Lei nº 8.069/90.

- LEI DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL: Lei nº 7498, de 1986 e suas alterações e Decreto nº 94406/87.

- Novo Código de Ética da Enfermagem Brasileira – Resolução COFEN nº 311/2007.

- Resolução COFEN nº 195/97.

- Plano Municipal de Saúde de Chapecó.

- Lei nº7.498, de 25 de janeiro de 1986 – Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem.

- Portaria nº336/GM, de 19 de fevereiro de 2002.

- Portaria nº399/GM, de 22 de fevereiro de 2006.

- Portaria nº 2246, de 18 de outubro de 2004.

 

TELEFONISTA

Técnicas de recepção: 1) Procedimentos profissionais e padrões de atendimento. 2) Raciocínio lógico, iniciativa, decisão e atenção concentrada. 3) Comunicação e relações públicas. 4) Elementos da comunicação: Emissor, receptor. 5) Formas de atendimento. 6) Comunicação Escrita: recados, anotações, bilhetes. 7) Agenda. 8) Relacionamento interpessoal, 9) Personalidade, temperamento, caráter. 10)  capacidade de empatia. 11) Inviolabilidade do sigilo das comunicações. 12) Ética Profissional. 13) Recepção e distribuição da correspondência. 14) A imagem do recepcionista. 15)  Redação Oficial: correspondência oficial, abreviações, formas de tratamento, expressões e vocábulos latinos de uso freqüente nas comunicações administrativas, documentos e/ou  modelos utilizados. Atendimento e utilização do telefone: 1) Histórico da telefonia no Brasil. 2) Serviços de telecomunicações. 3) O telefone e os sistemas telefônicos. 4) Uso e conservação do equipamento de telefonia. 5) CPA – central de Processamento armazenado – CPCT - Centrais Privadas de Comutação Telefônica. 6) A voz e suas funções. 7) Fraseologia adequada. 8) Utilização dos serviços de atendimento público das concessionárias 9) Uso e Manuseio de lista telefônica; 10) A numeração telefônica. 11) Procedimento para ligações interurbanas e internacionais, ligações a cobrar. 12) O fax e a secretária eletrônica.13) Telefonia móvel celular. Cuidados com o ambiente de trabalho: 1) Limpeza do local de trabalho. 2) Noções de segurança e higiene do trabalho.

Referências Bibliográficas1:

- BELTRÃO, Odacir e BELTRÃO, Mariúsa. “Correspondência, linguagem e comunicação: oficial, comercial, bancária e particular”. Ed 23. São Paulo: Atlas 2005.

-   Lista Telefônica – Telelista comercial atual - BrasilTelecom

-  Outros manuais, livros e apostilas com os conteúdos indicados

 

Para os cargos de ARQUITETO, ASSISTENTE SOCIAL, AUDITOR DE CONTROLE INTERNO, CIRURGIÃO DENTISTA, CONTADOR, DIFUSOR DE TURISMO, ENFERMEIRO, ENGENHEIRO (todos), FISIOTERAPEUTA, FONOAUDIÓLOGO, MÉDICO (todos), MÉDICO VETERINÁRIO, NUTRICIONISTA, PROCURADOR MUNICIPAL, PSICÓLOGO, TÉCNOLOGO EM AGRIMENSURA, TECNÓLOGO EM ESTRADAS e TERAPEUTA OCUPACIONAL

 

CONHECIMENTOS GERAIS

 

Conteúdo 1 – PORTUGUÊS – Comum a todos

1) LEITURA E ANÁLISE DO TEXTO: compreensão do texto, significado contextual das palavras e expressões. Sinonímia, antonímia, homonímia e paronímia. Coesão, clareza e concisão. Vocabulário. 2) FONÉTICA E FONOLOGIA: letra/fonema. Classificação dos fonemas. Encontros vocálicos e consonantais. Dígrafo. Divisão silábica, acentuação gráfica e ortografia. 3) MORFOLOGIA: classes gramaticais: classificação e flexões. Estrutura e formação de palavras. 4) SINTAXE: introdução à sintaxe (frase, oração e período). Termos da oração. Período simples e composto. Pontuação. Concordância Verbal e Nominal. Regência Verbal e Nominal. Colocação Pronominal e crase. 5) PROBLEMAS GERAIS DA LÍNGUA CULTA: uso do porquê, que/quê, onde/aonde, mal/mau, senão/se não, ao encontro de/de encontro a, afim/a fim, demais/de mais, a/há, acerca de/há cerca de, ao invés de/em vez de, à-toa/à toa, dia-a-dia/dia a dia, tampouco/tão pouco, mas/mais, a par/ao par, cessão/sessão/secção e uso do hífen.

 

Conteúdo 2 – MATEMÁTICA – Para os cargos de ASSISTENTE SOCIAL, AUDITOR DE CONTROLE INTERNO, CIRURGIÃO DENTISTA, CONTADOR, DIFUSOR DE TURISMO, ENFERMEIRO, FISIOTERAPEUTA, FONOAUDIÓLOGO, MÉDICO (todos), MÉDICO VETERINÁRIO, NUTRICIONISTA, PROCURADOR MUNICIPAL, PSICÓLOGO e TERAPEUTA OCUPACIONAL

1) CONJUNTOS NUMÉRICOS: Noções básicas, tipos e operações. 2) Funções: função polinomial do 1º e 2º grau, modular, exponencial, logarítmica.  3) POLINÔMIOS: propriedades, operações básicas e equações. 4) Sucessão ou seqUência: progressões aritméticas e geométricas. 5) MATRIZES E DETERMINANTES. 6) SISTEMAS: Não lineares e lineares com 2, 3 ou mais variáveis. 7) probabilidade. 8) Números complexos: operações básicas, forma algébrica e trigonométrica. 9) Análise combinatória: fatorial, arranjo, permutação e combinação simples. Binômio de Newton. 10) TRIGONOMETRIA: trigonometria no triângulo retângulo, num triângulo qualquer e no ciclo. Funções circulares. Relações e identidades trigonométricas. Transformações, equações e inequações trigonométricas. 11) GEOMETRIA: geometria plana (polígonos regulares e irregulares) e geometria espacial (poliedros em geral). Semelhança de figuras geométricas planas. Polígonos ou poliedros regulares inscritos e circunscritos em qualquer outro polígono ou poliedro. Perímetros. Cálculo de volume, massa e áreas das figuras planas e espaciais. 12) GEOMETRIA ANALÍTICA: geometria analítica plana. Estudando a reta e a circunferência no plano cartesiano. 13) PORCENTAGEM. 14) MATEMÁTICA FINANCEIRA: capitalizações, descontos simples e composto, rendas certas, rendas variáveis, taxa interna de retorno, equivalência de fluxos de caixa, amortização de empréstimos, noções de análise de investimento, correção monetária, taxas nominais, efetivas, equivalentes. 15) CÁLCULO A UMA VARIÁVEL: cálculo diferencial de uma variável real, cálculo integral das funções de uma variável real. 16) ESTATÍSTICA: Definições, freqüências, representações e distribuições gráficas, medidas de tendência central, desvio médio, padrão e variância.

 

Conteúdo 2 – MATEMÁTICA – Para os cargos de ARQUITETO, ENGENHEIRO (todos), TÉCNOLOGO EM AGRIMENSURA, TECNÓLOGO EM ESTRADAS

1) MATEMÁTICA ELEMENTAR: álgebra; porcentagem; trigonometria; geometria (plana, espacial e analítica). 2) CÁLCULO A UMA VARIÁVEL: estudo da reta e de curvas planas, cálculo diferencial de uma variável real, cálculo integral das funções de uma variável real. 3) CÁLCULO A N VARIÁVEIS: geometria analítica espacial, derivadas parciais, integrais múltiplas. 4) EQUAÇÕES DIFERENCIAIS: equações ordinárias e lineares, métodos de solução e aplicações elementares. 5) MATEMÁTICA FINANCEIRA E ESTATÍSTICA: juros simples e composto, capitalizações, descontos, rendas certas, rendas variáveis, taxa interna de retorno, equivalência de fluxos de caixa, amortização de empréstimos, noções de análise de investimento, correção monetária; noções de estatística discreta e contínua.

 

Conteúdo 3 – CONHECIMENTOS GERAIS – Comum a todos

História do Brasil: Brasil Colônia, Brasil Império, Brasil República; Organização político-administrativa do Brasil; Agronegócios e a economia brasileira; Espaço industrial brasileiro; migrações populacionais e urbanização no Brasil; Contexto internacional; Neoliberalismo e globalização, Mercosul; Questões ambientais; Aspectos históricos e geográficos do Estado de Santa Catarina e do município de Chapecó; Aspectos econômicos do Estado de Santa Catarina e do município de Chapecó; Atualidades relativas ao País, ao Estado de Santa Catarina e ao Município de Chapecó.

 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

 

Conteúdo 1 – INFORMÁTICA GERAL – Comum a todos

1) Informática em Geral: conceitos. 2) Periféricos de um Computador. 3) Hardware. 4) Software. 5) Utilização do Sistema Operacional Windows XP. 6) Configurações Básicas do Windows XP. 7) Aplicativos Básicos (bloco de notas, calculadora, Paint, WordPad).  8) Instalação, configuração e utilização: Processador de Textos Microsoft Word (a partir da versão 2000) e Planilha Eletrônica Excel ( a partir da versão 2000) . 9) Configuração de Impressoras. 10) Noções básicas de Internet (Internet Explorer a partir da versão 6.0) 11) Noções básicas de Correio Eletrônico – Outlook.

Referências Bibliográficas:

- BRAGA, William Cesar. Microsoft Windows XP, Rio de Janeiro: Alta Books, 2002

- MICROSOFT PRESS, Dicionário de Informática. Tradução de Valeria Chamon. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

- NORTON, Peter. Introdução à Informática. São Paulo: Makron Books, 1996.

- VELLOSO, F.DE C. Informática: conceitos básicos. Rio de Janeiro: Campus, 1999.

- BATTISTI, Júlio. Windows XP – Home & Professional Para Usuários e Administradores. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil Editora, 2002.

- MICROSOFT CORPORATION. Ajuda do Internet Explorer  (Ajuda eletrônica integrada ao Programa Internet Explorer).

- MICROSOFT CORPORATION. Ajuda do Microsoft Excel (Ajuda eletrônica integrada ao Programa MS Excel).

- MICROSOFT CORPORATION. Ajuda do Microsoft Word (Ajuda eletrônica integrada ao Programa MS Word).

- MICROSOFT CORPORATION. Ajuda do Microsoft, Windows XP. (Ajuda eletrônica integrada ao MS Windows XP).

- Manuais e apostilas de referência do Pacote Office  e ajuda on-line (help).

 

Conteúdo 2 – LEGISLAÇÃO E CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS DO CARGO

 

ARQUITETO

1)Legislação. 2)Urbanização e saneamento: a)retículas urbanas e custos. 3) O tipo de sítio a as alternativas e implantação da urbanização. 4) Largura e função das ruas. 5) Declividade de ruas, taludes e cruzamentos. 6) Pavimentos urbanos. 7) Sistema de coleta de águas pluviais. 8) Engenharia da paisagem. 9) Tratamento e interpretação dos resultados das análises laboratoriais da água e esgotos sanitários. 10) Disposição do lixo urbano. 11) A cidade como arquitetura. 12) Os desempenhos de apreensão da forma dos espaços. 13) Análise de desempenho topoceptivo: na percepção, na imagem mental e na representação geométrica secundária. 14) Avaliação de desempenho topoceptivo do espaço urbano. 15) Eficiência energética e suas variáveis climáticas,  humanas e arquitetônicas. 16)  A bioclimatologia. 17) O uso racional da energia. 18) PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E SÍMBOLOS UTILIZADOS: a) Cargas dos pontos de utilização.  b) Tomadas e correntes.c) Divisão das instalações. d) Quedas de tensão admissíveis. e) Dimensionamento de condutores. f) Fator de demanda. g) Fator de diversidade. h) Sistemas de aterramento. i) Dispositivos de proteção. j) Controle seccionamento e comando dos circuitos. l) Controle da intensidade luminosa da lâmpadas. m) Luminotécnica. n) Instalações para força motriz. o) Circuitos de sinalização. p) Técnicas para execução das instalações elétricas. q) Entrada de energia elétrica nos prédios em baixa tensão. 19) INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA POTÁVEL: a) Instalação de água fria. b) Sistemas de abastecimento. c) Consumo predial. d) Capacidade dos reservatórios. e) Consumo das peças de utilização. f) Consumo máximo provável. g) Instalações mínimas. h) Pressão mínima de serviço. i) Pressão estática máxima Velocidade máxima. j) Dimensionamento dos encanamentos. l) Ligação a rede pública. m) Instalações de água quente. n)Instalações prediais de esgotos sanitários e de águas pluviais.  o)Tecnologia dos materiais de instalações hidráulicas e sanitárias. 20) RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS: a) O equilíbrio das estruturas e as estruturas que não devem estar em equilíbrio. b) Os tipos de esforços nas estruturas. c) Tensões, coeficientes de segurança e tensões admissíveis. d) Lei de Hooke. e) Módulo de Poisson. f) Quando as estruturas se apoiam, tipos de apoio. g) Estruturas isostáticas, hiperestáticas, e hipostáticas. h) Tipos de flexão. i) Momento estático, de inércia, módulo resistente e raio de giração. j) Flexão normal nas vigas isostáticas. l) Tensões normais em vigas. m) Tensões tangenciais em vigas. n) Linhas elásticas. o) Vigas hiperestáticas. p) Flambagem. q) Estruturas não resistentes a tração. r) Validade do processo de superposição. s) A torção e os eixos. t) Treliças. Arcos e vigas curvas.  u) Casos estruturais. v) Aspectos da estruturação. 21) INFORMÁTICA: Conhecimentos gerais em Auto CAD.2000 e 2004: conceitos, referências, configurações e utilitários.

Referências Bibliográficas:

Específica

- BOTELHO, Manoel Henrique Campos. “Resistência dos Materiais para Entender e Gostar”  Nobel.

- CREDER, Hélio. “Instalações Elétricas”, LTC Editora.

- CREDER, Hélio. “Instalações Hidráulicas e Sanitárias”, LTC Editora.

- KOHLSDORF, Maria Elaine. “A Apreensão da Forma da Cidade”, Editora Universidade de Brasília.

- LAMBERTS, Roberto. DUTRA, Luciano. PEREIRA, Fernando O. R. “Eficiência Energética na Arquitetura”, PW Gráficos e Editores Associados Ltda.

- MASCARÓ, Juan Luis. “Manual de Loteamento e Urbanização”, Sagra-DC Luzzatto Editores.

- NETTO, José Martiniano de Azevedo. BOTELHO, Manoel Henrique Campos. “Manual de Saneamento de Cidades e Edificações”, Pini Editora.

Legislação:

- BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil - Com as Emendas Constitucionais. (Dos Direitos e Garantias Fundamentais - Art. 5° a 11. Da nacionalidade – Art. 12 e 13. Da Organização do Estado - Art. 29 a 41. Da Organização dos Poderes - Art. 59 a 83).

- Lei Orgânica do Município.

- Lei Complementar nº 3, de 03 de maio de 1990 – Institui o Regime Jurídico para os Servidores Civis da Administração Direta, Autárquica e Fundacional. # Substituída pela Lei Complementar nº 131/2001, de acordo com o Edital nº003/2008.

- Lei Complementar nº 130/2001, de 05 de dezembro de 2001 – Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município.

- Lei Complementar nº 202, de 6 de janeiro de 2004 - Institui o Plano Diretor de Desenvolvimento Territorial de Chapecó – PDDTC

- Lei de Licitações - Lei n° 8.666/93 de 21 de junho de 1993 e suas alterações.

- Lei Complementar nº 04/1990, de 31 de maio de 1994 – Plano Diretor Físico-Territorial de Chapecó. # Substituída pela Lei Complementar nº 202/2004, de acordo com o Edital nº003/2008.

- Lei nº 3.661/1995 e alterações, de 1º de dezembro de 1995 - Código de Obras do Município de Chapecó.

- Portaria nº38/2005, de 27 de setembro de 2005 – Regulamenta o processo de deliberação, por parte do CMDT, das atividades sujeitas a estudos de viabilidade urbanistica.

- Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência a edificações, espaço, mobiliário e equipamentos urbano” - NBR 9050/1994

Informática

- MATSUMOTO, Élia Yathie. AutoCAD 2004:Fundamentos. São Paulo:Érica, 2003

- OMURA, George. “Dominando o AutoCAD 2000”, LTC Editora.

 

ASSISTENTE SOCIAL

Conteúdo:

1) Violência; 2) Família; 3) Dialética; 4) Mediação; 5) Serviço Social; 6) Assistência Social; 7) Direitos; 8) Participação; 9) Saúde; 10) Sistemas Público e Privado; 11) Seguridade Social; 12) Políticas Públicas; 13) Gestão Social; 14) Estudo Social; 15) Laudos Periciais; 16) Questão Social; 17) Estado; 18) Sociedade Civil; 19) Espaço Institucional e Profissional; 20) Dialética e Trabalho Social; 21) Ética; 22) Projeto ético-político do Serviço Social; 23) Globalização; 24) Saúde mental; 25) Interdisciplinaridade; 26) Trabalho; 27) Grupos; 28) Redes; 29) Cidadania; 30) Controle Social; 31) Vida Social; 32) Legislação; 33) ECA; 34) LOAS; 35) SUS; 36) Código de Ética; 37) Lei de Regulamentação da profissão do Assistente Social; 38) Política Nacional do Idoso; 39) Estatuto das Pessoas com Deficiência.

Referências Bibliográficas:

- BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil - Com as Emendas Constitucionais. (Dos Direitos e Garantias Fundamentais - Art. 5° a 11. Da nacionalidade – Art. 12 e 13. Da Organização do Estado - Art. 29 a 41. Da Organização dos Poderes - Art. 59 a 83. Da Ordem Social - Art. 193 a 204 – Art. 225. Do Meio Ambiente – Art. 226 a 230. Da Família, da Criança, do Adolescente e do Idoso).

- MUNICIPALIZAÇÃO DA SAÚDE - SUS - SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - Secretaria da Saúde e do Meio Ambiente - Lei nº 8080/90 e Lei nº 8142/90.

- BRASIL. Política Nacional do Idoso. Lei nº 8.842/94 de 04.01.94.

- Conselho Regional de Serviço Social - CRESS - Coletânea de Leis. POA (Lei de Regulamentação da Profissão do Assistente Social. Código de Ética Profissional. Lei Orgânica da Assistência Social - LOAS. Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (Lei nº 8.069/90).

- Lei nº 8080/90 de 19 de setembro de 1990 – SUS.

- Lei nº 8142/90 de 28 de dezembro de 1990.

-   Decreto nº 3298 - Estatuto das pessoas com deficiência (DOU de 21 de dezembro de 1999).

- Lei Orgânica do Município.

- Lei Complementar nº 3, de 03 de maio de 1990 – Institui o Regime Jurídico para os Servidores Civis da Administração Direta, Autárquica e Fundacional. # Substituída pela Lei Complementar nº 131/2001, de acordo com o Edital nº003/2008.

- Lei Complementar nº 130/2001, de 05 de dezembro de 2001 – Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município.

- Plano Municipal de Saúde de Chapecó.

- Lei nº7.498, de 25 de janeiro de 1986 – Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem.

- Portaria nº336/GM, de 19 de fevereiro de 2002.

- Portaria nº399/GM, de 22 de fevereiro de 2006.

- Portaria nº 2246, de 18 de outubro de 2004.

 

- BARROCO, Maria L. S. Ética e Serviço Social- Fundamentos ontológicos. 3.ed. São Paulo: Cortez: 2005.

- BRAVO, Maria Inês Souza (et al.). Saúde e Serviço Social. São Paulo: Cortez, 2004.

- CAMPOS, Gastão Wagner de S. Reflexões sobre a construção do Sistema Único de Saúde (SUS): um modo singular de produzir política pública. In. Revista Serviço Social e Sociedade nº87. São Paulo: Cortez, Especial 2006.

- CARVALHO, Maria do Carmo B.de. Assistência Social: reflexões sobre a política e sua regulação. In. Revista Serviço Social e Sociedade nº87. São Paulo: Cortez, Especial 2006.

- CONSELHO FEDERAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL- CFESS (org.). O estudo social em perícias, laudos e pareceres técnicos: contribuição ao debate no Judiciário, Penitenciário e na Previdência Social. 6.ed.São Paulo: Cortez: 2006.

- FALEIROS, Vicente de P. Desafios do Serviço Social na era da globalização. In: Revista Serviço Social e Sociedade nº61. São Paulo: Cortez, 1999.

- FALEIROS, Vicente de P. Saber profissional e poder institucional. 6.ed. S.Paulo: Cortez, 2001. Capít. 1 a 9.

- GUERRA, Viviane Nogueira de Azevedo. Violência de pais contra filhos: a tragédia revistada. São Paulo: Cortez, 2001 4. ed. revista e ampliada.

- IAMAMOTO, Marilda V. O Serviço Social na Contemporaneidade: Trabalho e formação profissional. 1ª parte: O Trabalho Profissional na Contemporaneidade. São Paulo: Cortez, 2000.

- JOVCHELOVITCH, Marlova. O processo de descentralização e municipalização no Brasil. In: Revista Serviço Social & Sociedade nº 56 ano XIX- março de 1998. São Paulo: Cortez.

- KERN, Francisco Arseli. As mediações em redes como estratégia metodológica do serviço social. Porto Alegre: EDIPUCRS:2003.

- LOPES, Márcia Helena C. O tempo do SUAS. In. Revista Serviço Social e Sociedade nº87. São Paulo: Cortez, Especial 2006.

- MENICUCCI, Telma Maria G. Política de saúde no Brasil: entraves para universalização e igualdade da assistência no contexto de um sistema dual. In. Revista Serviço Social e Sociedade nº87. São Paulo: Cortez, Especial 2006.

- NETTO, José  P. Capitalismo monopolista e Serviço Social. 4.ed. São Paulo: Cortez, 2005.

- PAIVA, Beatriz  A. de. O SUAS e os direitos socioassistenciais; a universalização da seguridade social em debate. In. Revista Serviço Social e Sociedade nº87. São Paulo: Cortez, Especial 2006.

- PONTES, Reinaldo Nobre. Mediação e Serviço Social. Um estudo preliminar sobre a categoria teórica e sua apropriação pelo Serviço Social. São Paulo: Cortez, 2002 3. ed.

- VASCONCELOS, Eduardo M. (org.). Saúde Mental e Serviço Social. O desafio da subjetividade e da interdisciplinariedade. São Paulo: Cortez: 2000.

- YAZBEK, Maria Carmelita. Classes Subalternas e Assistência Social. São Paulo: Cortez,1993.

- ZIMERMAN, David E.& OSORIO, Luiz Carlos (orgs.). Como trabalhamos com grupos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

 

AUDITOR DE CONTROLE INTERNO

Conteúdo:

a) Conhecimentos de administração e de administração gerencial: b) Administração Financeira e Orçamentária: orçamento público, princípios orçamentários, diretrizes orçamentárias, processo orçamentário, métodos, técnicas e instrumentos do orçamento público. c) Contabilidade: conceito,  objetivos e finalidades. d) Registros contábeis. e) Balancetes e demonstrativos contábeis: espécies, finalidades. f) Elaboração e relacionamento entre balancetes demonstrativos contábeis. g) Levantamentos. h) Administração pública. i) Poderes Administrativos. j) Atos Administrativos. k) Balanço Orçamentário, Financeiro e Patrimonial. l) Todos os conteúdos das referências citados abaixo. m) Legislação.

Referências Bibliográficas:

- BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil - Com as Emendas Constitucionais. (Dos Direitos e Garantias Fundamentais - Art. 5° a 11. Da nacionalidade – Art. 12 e 13. Da Organização do Estado - Art. 29 a 41. Da Organização dos Poderes - Art. 59 a 83. Da Tributação e Orçamento, Da Ordem Econômica e Financeira - Art. 145 a 183).

- Lei Orgânica do Município.

- Lei Complementar nº 3, de 03 de maio de 1990 – Institui o Regime Jurídico para os Servidores Civis da Administração Direta, Autárquica e Fundacional. # Substituída pela Lei Complementar nº 131/2001, de acordo com o Edital nº003/2008.

- Lei Complementar nº 130/2001, de 05 de dezembro de 2001 – Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município.

-BRASIL. “Lei Complementar 101/2000” - Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 05 maio 2000. (Relatório Resumido da Execução Orçamentária – RREO e Relatório da Gestão Fiscal – RGF)

- BRASIL. Lei Federal 8.666/93 e suas alterações

- BRASIL “Lei Federal 4.320/64” e suas alterações e legislação complementar.

- ANGÉLICO, João, “Contabilidade Pública”. 8ª Edição, Atlas.

- CRC/RS. “Princípios fundamentais de contabilidade e normas brasileiras de contabilidade” -  Porto Alegre: CRC/RS, 2002.

- BRANCO,  Jader Cavalheiro. “A Organização do Sistema de Controle Interno Municipal” Conselho Regional de Contabilidade. CRC/RS, agosto/2005.

-   DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. São Paulo: Atlas S/A.

- KOHAMA, Heilio. “Balanços Públicos” - Teoria e Prática. 2.ª  São Paulo: Atlas.

- IUDÍCIBUS, Sérgio. MARTINS Eliseu. GELBCKE, Ernesto R. “Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações (S.A)”  – Atlas - FIPECAFI – FEA – USP/SP

- MACHADO JÚNIOR, J. Teixeira. REIS, Heraldo da Costa. “A Lei 4.320 comentada”. Ed. Rio de Janeiro, IBAM.

-   MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro. São Paulo: Malheiros Editores.

- RIBEIRO, O. M. “Contabilidade Geral Fácil”. 1.ed. São Paulo: Saraiva, 1997.

- SANVICENTE, Antônio Zoratto “Administração Financeira”, 2ª edição,  São Paulo, Atlas, 1983.

- SILVA, Lino Martins da, "Contabilidade Governamental - Um Enfoque Administrativo". Atlas, SP.

- SOUZA, Nali de Jesus de; Desenvolvimento Econômico.Editora Atlas, 3 ed, 1997.

- FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro. Qualitymark, 15.ed. 2002.

 

CIRURGIÃO DENTISTA

ODONTOLOGIA PREVENTIVA e SAÚDE BUCAL COLETIVA

Conteúdo:

1) Cariologia. 2) Etiologia e comportamento da cárie dental. 3) Diferentes conceitos sobre cárie dentária e suas implicações. 4) Noções de microbiologia bucal, Placa Dental, Saliva, Dieta, Higiene Bucal. 5) Quimioprofilaxia da cárie dentária. 6) Risco de cárie e atividade cariogênica. 7) Diagnóstico e prognóstico de cárie. 8) Métodos e Mecanismos de ação do Flúor. 9) Declínio da Cárie. 10) Periodontia: conceito; Etiopatogeina; Diversas formas de tratamento; interrelação com outras doenças. 11) FLUOROSE DENTÁRIA: a) índices para predição, b) características, c) diagnóstico, d) fatores que afetam a incidência, e) tratamento de fluorose dentária. 12) Epidemiologia das doenças bucais prevalentes e sua prevenção. 13) Biossegurança em odontologia. 14) A Saúde no Brasil e suas políticas assistenciais. 15) Processo saúde doença.  16) Promoção e Educação em Saúde. 17) Tecnologias em saúde bucal coletiva. 18) Recursos Humanos em Saúde Bucal. 19) Planejamento, Financiamento, Programação e Identificação de Problemas em Saúde Bucal. 20) Exercício ético e legal da Odontologia no Brasil. 21) Legislação.

ODONTOPEDIATRIA

1) Características da Infância à adolescência e suas dinâmicas de mudanças. 2) Patologias e anomalias em Odontopediatria. 3) Uso de antimicrobianos. 4) Hábitos bucais. 5) Exames em Odontopediatria da Infância à adolescência. 6) Trauma Dental na dentição decídua. 7) Controle da Dor e tratamentos indicados aos paciente odontopediátricos. 8) Abordagens preventivas e clínicas em odontopediatria. 9) Doenças bucais e manifestações orais sistêmicas.

ODONTOGERIATRIA

1) Processo de envelhecimento. 2) Odontologia geriátrica. 3) Aspectos psicológicos relacionados o idoso. 4) Atenção de saúde ao idoso.

DENTÍSTICA RESTAURADORA

1) Indicações e técnicas e uso das resinas compostas, amálgamas e cimento iononômeros de vidro. 2) Indicações e técnicas dos selantes de cicatrículas e fissuras. 3) Noções de oclusão e procedimentos clínicos de tratamento das disfunções.

PSICOLOGIA NA ODONTOLOGIA

1) Formação de vínculo no atendimento odontológico. 2)Relação paciente profissional. 3) Controle do comportamento. 4) Desenvolvimento Humano. 5) Dinâmica familiar. 6) Conceitos de stress e sua relação com a saúde bucal.

FARMACOLOGIA

1) Farmacologia aplicada ao atendimento odontológico e suas implicações clínicas.

ENDODONTIA

1) Métodos de diagnóstico. 2) Materiais para a proteção do complexo dentino-pulpar. 3) Tratamento conservador da polpa dentária. 4) Traumatismos alvéolo-dentário. 5) Doenças da polpa e periápice. 6)Urgências em Endodontia.

EXODONTIA

1) Anatomia aplicada. 2) Indicações e Contra-indicações. 3) Exames Complementares. 4)Assepsia e Barreiras de proteção. 5)Técnicas Operatórias. 6) Pós-Operatório em Exodontia.

PATOLOGIA BUCAL

1) Tumores benignos e malignos da cavidade bucal suas incidências características clínicas, tratamento e prognóstico. 2) Lesões cancerizáveis. 3) Epidemiologia. 4) Infecções Bacterianas. 5) Doenças Fúngicas e Protozoárias. 6) Infecções Virais.  7) Patologia das Glândulas Salivares.

Referências Bibliográficas:

- BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil - Com as Emendas Constitucionais. (Dos Direitos e Garantias Fundamentais - Art. 5° a 11. Da nacionalidade – Art. 12 e 13. Da Organização do Estado - Art. 29 a 41. Da Organização dos Poderes - Art. 59 a 83. Da Ordem Social - Art. 193 a 204 – Art. 225. Do Meio Ambiente – Art. 226 a 230. Da Família, da Criança, do Adolescente e do Idoso).

- Lei Orgânica do Município.

- Lei Complementar nº 3, de 03 de maio de 1990 – Institui o Regime Jurídico para os Servidores Civis da Administração Direta, Autárquica e Fundacional. # Substituída pela Lei Complementar nº 131/2001, de acordo com o Edital nº003/2008.

- Lei Complementar nº 130/2001, de 05 de dezembro de 2001 – Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município.

- Plano Municipal de Saúde de Chapecó.

- Lei nº7.498, de 25 de janeiro de 1986 – Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem.

- Portaria nº336/GM, de 19 de fevereiro de 2002.

- Portaria nº399/GM, de 22 de fevereiro de 2006.

- Portaria nº 2246, de 18 de outubro de 2004.

 

- MUNICIPALIZAÇÃO DA SAÚDE - SUS - SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - Secretaria da Saúde e do Meio Ambiente - Lei nº 8080/90 e Lei nº 8142/90.

-   BARATIERI, N. et all. Dentística: Procedimentos Preventivos e Restauradores. Santos-SP, 1992.

-   BRUNETI, R.F.; MONTENEGRO, F.L.B. Odontogeriatria: noções de interesse Clínico. São Paulo: Artes Médicas, 2002.

-   BUISCHI, I.P. Promoção de Saúde Bucal na Clínica Odontológica. São Paulo: Artes Médicas, 2000.

-   ESTRELA, C. FIGUEIREDO, J.A.P. Endodontia: princípios biológicos e mecânicos. São Paulo: Artes Médicas, 2001.

-   FJERSKOV, O.; MANJI, F.; BAELUN, V. Fluorose Dentária - Um manual para profissionais da saúde. São Paulo: Santos, 1994.

-   FJERSKOV, O.; THYLSTRUP, A. Cariologia Clínica. Tradução: WEYNE, S.; OPERMANN, R. 2. ed. São Paulo, 2001.

-   LINDHE, JAN; Tratado de Periodontia e Implantologia Oral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.

-   MINISTÉRIO DA SAÚDE.SECRETARIA DE ASSISTENCIA À SAÚDE. PROGRAMA NACIONAL DST/AIDS.  Hepatites, AIDS, e Herpes na Prática Odontológica. 1996.

-   NEVILLE, Brad W. ; Damm, Douglas D. Patologia Oral e Maxilofacial. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 1998.

-   OLIVEIRA, AGRC. Odontologia Preventiva e Social Textos Selecionados EDUFRN. Natal: UFRN, 1997.

-   PINKHAM, J.R. Odontopediatria da Infância à Adolescência. São Paulo: Artes Médicas, 1996.

-   PINTO,V.G. Saúde Bucal Coletiva. São Paulo, 2000.

-   SEGER, L. et cols. Psicologia e Odontologia Uma abordagem integradora.  São Paulo, 1998.

-   SILVEIRA, J. O. L. Exodontia. Porto Alegre: Ed. Médica Missau. 1998.

-   WANNMACHER, L. FERREIRA,M. Farmacologia Clínica para Dentistas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.

-   MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Assistência à Saúde, Controle de Infecções e a Prática Odontológica em tempos de Aids, Manual de Condutas.

-   Código de Ética Odontológico.

 

CONTADOR

Conteúdo:

1) CONTABILIDADE GERAL: a) Conceito, princípios contábeis. b) Contas: conceito, função, funcionamento, teoria das contas, classificação das contas. c) Plano de Contas: conceito, finalidades, características, planificação contábil. d) Escrituração: objeto, classificação, disposições legais, livros de escrituração, formalidades na escrituração contábil. e) Lançamento: conceito, critérios para debitar e creditar, fórmulas de lançamento, retificação de lançamentos, documentos contábeis. f) Balancete de Verificação: conceitos, tipos de balancetes, periodicidade. g) Apuração do Resultado do Exercício: períodos contábeis, regimes de apuração do resultado, lançamentos de ajustes. h) Avaliação de Investimentos: conceito, critérios, método de equivalência patrimonial. i) Correção Monetária: conceito, obrigatoriedade, métodos, elementos a corrigir, contabilização da conta resultado da correção monetária. j) Demonstrações Contábeis: conceito, periodicidade, obrigatoriedade, balanço patrimonial, demonstração do resultado do exercício, demonstração de lucros ou prejuízos acumulados, demonstração de mutações do patrimônio líquido, demonstração de origens e aplicações de recursos.

2) CONTABILIDADE PÚBLICA: conceito, campo de aplicação, sistemas de contabilização, regimes contábeis. a) Orçamento Público: definição e princípios orçamentários, processo de planejamento-orçamento - Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias, Lei de Orçamentos Anuais e execução orçamentária, ciclo orçamentário, créditos adicionais. b) Demonstrações Contábeis: Balanço Orçamentário, Financeiro e Patrimonial, Demonstrações e Variações Patrimoniais. c) Patrimônio Público: Conceito, aspecto quantitativo e qualitativo, variações patrimoniais, Inventário. Repercussão da movimentação da receita e despesas sobre o patrimônio.. Avaliação e inventário. Insubsistências e superveniências patrimoniais. d) Créditos Adicionais: Conceito,  classificação, requisitos para a abertura de créditos, vigência. e) Regime de Adiantamento: Conceito, características, finalidade, concessão e controle. f) Patrimônio Financeiro e Patrimônio Permanente: Elementos constitutivos, formas de avaliação. Restos a pagar. Dívida ativa. g) Plano de Contas e Sistemas: Conceito, Elencos, Escrituração, Encerramento de Contas, Plano de Contas de adoção exigida pelo TCE das Entidades  Municipais do Rio Grande do Sul no exercício de 2006, Sistemas de Escrituração Financeiro, Orçamentário, Patrimonial, Compensado e de Resultados. h) Prestação de Contas: Funções do Tribunal de Contas e dever do administrador público de prestar contas. Relatórios de gestão. i) Lei nº 4.320/64 normas Gerais de direito financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal. j) Lei Complementar nº 101-2000: Cálculos e Relatórios da Lei de Responsabilidade Fiscal - Relatórios Resumidos da Execução Orçamentária e da Gestão Fiscal, Receita Corrente Líquida, Despesas com Pessoal e endividamento, em conformidade com as Portarias STN nº 586 e 587de 29-8-2005. k) Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 8.666/93 e suas alterações) - Licitação Pública: Conceito, Princípios, Editais, Modalidades, Prazos e Dispensa e Inexigibilidade, Contratos, Publicação, Alterações, Inexecução ou Rescisão, Pregão. l) Controle Interno e Externo e as Contas Governamentais: Controle Interno, Controle Externo, Tomada de Contas e Prestação de Contas. 3) LEGISLAÇÃO.

Referências Bibliográficas:

- BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil - Com as Emendas Constitucionais. (Dos Direitos e Garantias Fundamentais - Art. 5° a 11. Da nacionalidade – Art. 12 e 13. Da Organização do Estado - Art. 29 a 41. Da Organização dos Poderes - Art. 59 a 83. Da Tributação e Orçamento, Da Ordem Econômica e Financeira - Art. 145 a 183).

- Lei Orgânica do Município.

- Lei Complementar nº 3, de 03 de maio de 1990 – Institui o Regime Jurídico para os Servidores Civis da Administração Direta, Autárquica e Fundacional. # Substituída pela Lei Complementar nº 131/2001, de acordo com o Edital nº003/2008.

- Lei Complementar nº 130/2001, de 05 de dezembro de 2001 – Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município.

- Lei nº 170/83, de 20 de outubro de 1983 – Institui o Código Tributário do Município.

- BRASIL. “Lei Complementar 101/2000” - Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 05 maio 2000. (Relatório Resumido da Execução Orçamentária – RREO e Relatório da Gestão Fiscal – RGF)

- BRASIL. Lei Federal 8.666/93 e suas alterações

- BRASIL “Lei Federal 4.320/64” e suas alterações e legislação complementar.

- ANGÉLICO, João, “Contabilidade Pública”. 8ª Edição,  Atlas.

- CRC/RS. “Princípios fundamentais de contabilidade e normas brasileiras de contabilidade” -  Porto Alegre: CRC/RS, 2002.

- BRANCO,  Jader Cavalheiro. “A Organização do Sistema de Controle Interno Municipal” Conselho Regional de Contabilidade. CRC/RS, agosto/2005.

- KOHAMA, Heilio. “Balanços Públicos” - Teoria e Prática. 2.ª  São Paulo: Atlas.

- IUDÍCIBUS, Sérgio. MARTINS Eliseu. GELBCKE, Ernesto R. “Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações (S.A)”  – Atlas - FIPECAFI – FEA – USP/SP

- LIMA, Diana Vaz, Castro Róbison Gonçalves de, “Contabilidade Pública – Integrando União, Estados e Municípios”. Atlas 2ª Edição.

- MACHADO JÚNIOR, J. Teixeira. REIS, Heraldo da Costa. “A Lei 4.320 comentada”. Ed. Rio de Janeiro, IBAM.

- MARION, José Carlos. “Contabilidade Empresarial”. Editora Atlas.

- Plano de Contas disponível no site: www.tce.sc.gov.br

- REIS, Heraldo da Costa. “Contabilidade e Gestão Governamental – Estudos especiais”. Rio de Janeiro. IBAM.

- RIBEIRO, O. M. “Contabilidade Geral Fácil”. 1.ed. São Paulo: Saraiva, 1997.

- ROSSI, Sérgio Ciqueira. “A Lei nº 4320 no contexto da Lei de Responsabilidade Fiscal” Editora Nova Dimensão Jurídica Ltda . NDJ, SP.  

- SILVA, Lino Martins da, "Contabilidade Governamental - Um Enfoque Administrativo". Atlas, SP.

 

DIFUSOR DE TURISMO

Conteúdo:

1) Histórico do Turismo.  2) Turismo Sustentável, suas três dimensões( dimensão ambiental, econômica e social). 3) Fundamentos de Economia, Turismo e Economia do Turismo e Sistema Econômico do Turismo. 4) Demanda , produção e oferta turística. 5) Turismo e Herança Cultural, Legado Cultural e Identidade, O Papel dos Museus na Atualidade. 6) Turismo na Atualidade, Conceitos Básicos de Planejamento Turísticos, 7) Planejamento e Gestão do Turismo. Tendências para o Desenvolvimento do Turismo. 8) Megatendências do setor Turístico, Realidades Brasileira. Realidade do Turismo e os impactos dos atentados de 11 de setembro de 2001. 9) Marketing Público, Marketing de uma localidade, Comunicação Turística. Elaboração da imagem de um local.  10) O Pós Turismo. 11) O impacto do Turismo na ecologia e na comunidade local. 12) Legislação.

Referências Bibliográficas:

- BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil - Com as Emendas Constitucionais. (Dos Direitos e Garantias Fundamentais - Art. 5° a 11. Da nacionalidade – Art. 12 e 13. Da Organização do Estado - Art. 29 a 41. Da Organização dos Poderes - Art. 59 a 83).

- Lei Orgânica do Município.

- Lei Complementar nº 3, de 03 de maio de 1990 – Institui o Regime Jurídico para os Servidores Civis da Administração Direta, Autárquica e Fundacional. # Substituída pela Lei Complementar nº 131/2001, de acordo com o Edital nº003/2008.

- Lei Complementar nº 130/2001, de 05 de dezembro de 2001 – Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município.

 

- BARRETTO, Margarida. Turismo e Legado Cultural: As Possibilidades do Planejamento. – Campinas , SP: Papirus, 2000.

- BENI, M. C. Globalização do Turismo: Megatendências do setor e a realidade brasileira. São Paulo: Aleph, 2003.

- KOTLER, Philip. Marketing Público. São Paulo: Makron Books, 1994

- LEMOS, Amália Inês Geraiges de Lemos. Turismo:Impactos Socioambientais, São Paulo: Hucitec, 1999.

- LEMOS, Leandro de. Turismo: Que negócio é esse?. Campinas SP: Papirus, 1999.

- MOLINA, Sérgio. O pós-turismo. São Paulo: Aleph, 2003

- MOLINA, Sérgio. Turismo e Ecologia. Tradução Josely Vianna Baptista.- Bauru, SP: EDUSC, 2001.

- REJOWSKI, Mirian. Turismo no Percurso do Tempo,São Paulo: Aleph, 2002.

- RUSCHMANN, Doris. Turismo e Planejamento Sustentável: Proteção do Meio Ambiente. Doris Van de Meene Ruschmann- Camoinas, SP: Papirus, 1997.

- SWARBROOKE, Jonw. Turismo Sustentável: Conceito e Impacto Ambiental. São Paulo: Aleph, 2000.

 

ENFERMEIRO

Conteúdo:

1) Legislação aplicada ao desempenho profissional. 2) Assistência de enfermagem à criança, ao adulto e ao idoso. 3) Promoção, recuperação e reabilitação da saúde 4) Necessidades bio-psico-sociais do indivíduo nas diferentes faixas etárias 5) Enfermagem médico-cirúrgica: Patologia e procedimentos 6) Enfermagem em saúde pública 7) Enfermagem em pediatria: patologias e procedimentos 8) Enfermagem e saúde mental 9) Enfermagem em gineco-obstetrícia: procedimentos 10) Prevenção e controle de infecções 11) Administração de medicamentos 12) Assistência de enfermagem em terapia intensiva 13) Enfermagem de emergências 14) Processo de enfermagem. 15) Ética Profissional. 16) Legislação.

Referências Bibliográficas:

- BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil - Com as Emendas Constitucionais. (Dos Direitos e Garantias Fundamentais - Art. 5° a 11. Da nacionalidade – Art. 12 e 13. Da Organização do Estado - Art. 29 a 41. Da Organização dos Poderes - Art. 59 a 83. Da Ordem Social - Art. 193 a 204 – Art. 225. Do Meio Ambiente – Art. 226 a 230. Da Família, da Criança, do Adolescente e do Idoso).

- Lei Orgânica do Município.

- Lei Complementar nº 3, de 03 de maio de 1990 – Institui o Regime Jurídico para os Servidores Civis da Administração Direta, Autárquica e Fundacional. # Substituída pela Lei Complementar nº 131/2001, de acordo com o Edital nº003/2008.

- Lei Complementar nº 130/2001, de 05 de dezembro de 2001 – Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município.

- Plano Municipal de Saúde de Chapecó.

- Lei nº7.498, de 25 de janeiro de 1986 – Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem.

- Portaria nº336/GM, de 19 de fevereiro de 2002.

- Portaria nº399/GM, de 22 de fevereiro de 2006.

- Portaria nº 2246, de 18 de outubro de 2004.

- MUNICIPALIZAÇÃO DA SAÚDE - SUS - SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - Secretaria da Saúde e do Meio Ambiente - Lei nº 8080/90 e Lei nº 8142/90.

 

- BRUNNER, Lilian S. & SUDDARTH, Dóris“Tratado de Enfermagem Médico Cirúrgica”. Todos os Volumes. Editora  Guanabara Koogan. 

- CINTRA, Eliane de Araujo.  Assistência de enfermagem ao paciente crítico.  São Paulo: Atheneu.

-  MINISTÉRIO DA SAÚDE – Fundação Nacional de Saúde “Manual de Normas de Vacinação”

-  MONTEIRO, Carlos A “Velhos e novos males da saúde no Brasil. A evolução do país e de suas doenças.”

   S. Paulo: Hucitec

- POTTER, Patrícia A; PERRY, G. Fundamentos de Enfermagem. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan.

- STUART, Gail Wiscarz. Enfermagem psiquiátrica: princípios e práticas. POA. Artmed

- VANZIN, Arlete Spencer.  “Consulta de enfermagem: uma necessidade social?”  POA: RM&L

- WALDOW, Vera ReginaV.  Cuidado humano: o resgate necessário. POA: Sagra Luzzatto.

- BRASIL, Leis e Atos, Lei n° 7.498, de 25.06.86 : regulamentação do exercício da enfermagem e dá outras evidências.

- Novo Código de Ética da Enfermagem Brasileira – Resolução COFEN nº 311/2007.

 

ENGENHEIRO AGRIMENSOR

Conteúdo:

1) Topografia: Definições fundamentais: Norte Magnético, Norte Verdadeiro, Rumos, Azimutes e Deflexões. 2) Planimetria: medidas lineares e angulares. Levantamento topográfico: Conceitos de levantamento planimétrico, planialtimétrico e taqueométrico; Fundamentos da poligonação, tipos de poligonais: aberta, fechada e enquadrada, poligonais por deflexão e ângulo interno, fundamentos da intersecção a ré e a vante, fundamentos da irradiação; Cálculo de coordenadas e de áreas; levantamento topográfico e a NBR 13.133. 3) Levantamentos híbridos: Integração de posicionamento espacial e terrestre: fundamentos e aplicações; Introdução ao Posicionamento terrestre (Estação Total): Poligonais eletrônicas, irradiamento, etc..; Processamentos, cálculo de coordenadas e de áreas. Operação de equipamentos para levantamentos topográficos cadastrais. 4) Cadastro Rural e Urbano: Definições; Cadastro técnico e mapeamento; Planta Cadastral; Cadastro Urbano e Cadastro Rural. Fotogrametria: Definição, objetivo e princípio fundamental da aerofotogrametria. 5) Levantamento Aerofotogramétrico: Projetos, vôo, trabalhos de campo, aerotriangulação e restituição (etapas da restituição, orientação interna e suas etapas, orientação externa – relativa e absoluta); reambulação: material que deve ser obtido em campo, elementos duvidosos, materiais utilizados, confecção da carta; Ortofotos, confecção de mosaicos e foto-índice. 6) Foto interpretação: Conceitos básicos (definições, tipos de foto-interpretação - visual e automática); foto-interpretação aplicado ao cadastro rural, uso e ocupação do solo; identificação de unidades rurais; identificação de vegetação e culturas. Conhecimento do meio físico  aplicado à questão fundiária: interação entre os diversos elementos do meio físico e o homem; avaliação e interpretação da cobertura vegetal, uso e restrições no Estado do Pará. 7) Sensoriamento Remoto: Definições e conceitos; Sistemas sensores: imageadores s e não imageadores; Sistemas Orbitais: Landsat, Spot, Ikonos, Quick Bird; Métodos de extração de informações e aplicações com ênfase na questão ambiental. 8) Geodésia: Geodésia: conceitos de geóide, elipsóide coordenadas geodésicas; transporte de coordenadas, sistemas de referencias: Realizações e transformações de sistemas de referencias; Referenciais utilizados no Brasil; Referenciais associados ao GPS; Transformação entre referenciais; O Sistema Geodésico Brasileiro (RBMC, Redes Estaduais e demais).Teoria e prática do sistema de posicionamento global (GPS): Introdução ao Posicionamento por satélite (GPS); As observáveis GPS; Posicionamento relativo estático e estático rápido; Posicionamento relativo semi-cinemático; Posicionamento relativo cinemático; Técnicas passíveis de serem aplicadas no Georreferenciamento de imóveis rurais no contexto da Lei N° 10.267; Coleta de dados GPS a campo; Processamento de dados e análise dos resultados e Integração SIG e GPS. 9) Cartografia: Escala métrica; o sistema de projeção UTM; convenções cartográficas para a escala cadastral rural; classificação das projeções quanto à propriedade que conserva e superfície auxiliar de projeção; uso e aplicação dos diversos sistemas de projeção, transposição de fuso; definição e transformação entre sistemas de projeção; Sistemas de Coordenadas: planas, esféricas, elipsoidais.10) Cartografia Temática: Construção de mapas temáticos, gráficos e diagramas. Cartografia aplicada à questão fundiária: escalas, legendas, normas, convenções; elaboração de plantas e mapas temáticos; elaboração de carta de declividade e solos; ampliação e redução de escalas; leitura e interpretação de mapas cadastrais. 11) Geoprocessamento: Sistemas de Informações Geográficas – SIG: Conceitos básicos: caracterização e componentes; Processo de Implantação e Aplicações; Caracterização de Dados Geográficos; Modelagem de dados Geográficos; Operações, Armazenamento, Recuperação e Apresentação de Dados Geográficos. 12) Legislação.

Referências Bibliográficas:

- BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil - Com as Emendas Constitucionais. (Dos Direitos e Garantias Fundamentais - Art. 5° a 11. Da nacionalidade – Art. 12 e 13. Da Organização do Estado - Art. 29 a 41. Da Organização dos Poderes - Art. 59 a 83. Da Ordem Social - Art. 193 a 204 – Art. 225. Do Meio Ambiente – Art. 226 a 230. Da Família, da Criança, do Adolescente e do Idoso).

- Lei Orgânica do Município.

- Lei Complementar nº 3, de 03 de maio de 1990 – Institui o Regime Jurídico para os Servidores Civis da Administração Direta, Autárquica e Fundacional. # Substituída pela Lei Complementar nº 131/2001, de acordo com o Edital nº003/2008.

- Lei Complementar nº 130/2001, de 05 de dezembro de 2001 – Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município.

- ANDRADE , José Bittencourt. Fotogrametria, SBEE, 1999

- BORGES, Alberto de Campos. Topografia Aplicada a Engenharia Civil, V. 1 e 2, Edgard Blucher,

- COMASTRI, José Aníbal; GRIPP, Joel Junior. Topografia Aplicada - Medição, Divisão, Demarcação. UFV, 2004

- ESPARTEL, Lélis. Curso de Topografia. Porto Alegre. Editora Globo. 1978.

- FITZ, Paulo Roberto. Cartografia Básica, Unilasalle, 2005.

- FRENCH & VIERCK. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica, Globo, 1999.

- LOCH, Carlos; LAPOLLI, Édis Mafra. Elementos Básicos de Fotogrametria e sua Utilização Prática. UFSC, 1998.

- MÔNICO, João Francisco Galera. Posicionamento pelo NAVSTAR - GPS. UNESP, 2000

- MOREIRA, Maurício Alves. Fundamentos do Sensoriamento Remoto e Metodologias, UFV, 2005.

- MOURA, Ana Clara Mourão. Geoprocessamento na Gestão e Planejamento Urbano. Edição do autor, 2003.

- Norma ABNT NBR 13.133 – “Execução de levantamento topográfico”, de 30-06-94.

- NOVO, Evlyn M. L. de Moraes. Sensoriamento Remoto: Princípios e Aplicações, Edgard Blucher, 1992.

- ROCHA, Cézar Henrique Barra. Geoprocessamento Tecnologia Transdisciplinar, Edição do autor, 2000.

- SILVA, Reginaldo Macedônio da. Introdução ao Geoprocessamento: conceitos, técnica e aplicações. Feevale.

 

ENGENHEIRO AGRÔNOMO

Conteúdo:

1) Genética: Macromoléculas informacionais, transmissão da informação genética; biotecnologia animal e vegetal. 2) Agroecologia: Conceitos e princípios de Agroecologia, histórico da Agroecologia, fluxos de energia e nutrientes na agricultura e a questão da sustentabilidade em agroecossistemas. 3. Agricultura orgânica: Conceitos e princípios, certificação e normas disciplinadoras do sistema de produção orgânica animal e vegetal.4.Agrotóxicos:Conceito e características dos produtos; procedimentos de manipulação; periculosidade e impacto do uso de agrotóxicos no ambiente.5. Controle Biológico: Principais agentes - grupos e ca­rac­terísticas; métodos  e planejamento de controle biológico;Planejamento e im­plantação de programas de controle biológico. 6.Administração agrícola: Organização e operação das atividades agrícolas; Planejamento e desenvolvimento das atividades agrícolas. 7. Edafologia:  Gênese, morfologia e classificação de solos; Capacidade de uso e conservação de solos; Fertilidade de solos, fertilizantes e corretivos; Microbiologia de solos. Avaliação da aptidão agrícola das terras. 8 Fitotecnia e ecologia agrícola; Agrometeorologia; Recursos naturais renováveis; Grandes culturas anuais e perenes;  Horticultura;  Fruticultura;  Silvicultura;  Parques e jardins; Recursos naturais renováveis; Desenvolvimento agrícola sustentado; Sistemas agrossilvopastoris; Tecnologia de sementes. Tecnologia e Produção de Sementes. 9 Fitossanidade:  Fitopatologia; Entomologia agrícola; Controle de plantas daninhas; Manejo integrado de doenças, pragas e plantas daninhas. 10 Mecanização agrícola: Máquinas e implementos agrícolas; Implementos para tração animal. 11Manejo da água: Hidrologia e hidráulica aplicadas à agricultura; Irrigação e drenagem para fins agrícolas. 12 Geoprocessamento: Geoposicionamento e Cartografia. 13.Construções e energia rural: Construções rurais e suas instalações complementares; Fontes de energia nas atividades agropecuárias. 14 Sociologia e desenvolvimento rural:  Economia e crédito rural;  Extensão rural. 15 Zootecnia: Agrostologia; Produção animal; Nutrição animal. 16 Tecnologia de Alimentos: transformação dos alimentos de origem animal e vegetal, conservação, controle de qualidade e agroindústria familiar; Conservação de alimentos; Secagem, beneficiamento e armazenamento de sementes. 17. Comercialização de Produtos Agrícolas: tipos de mercado, canais de comercialização, formação dos preços dos produtos agrícolas, custos de comercialização. 18) Legislação.

Referências Bibliográficas:

- BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil - Com as Emendas Constitucionais. (Dos Direitos e Garantias Fundamentais - Art. 5° a 11. Da nacionalidade – Art. 12 e 13. Da Organização do Estado - Art. 29 a 41. Da Organização dos Poderes - Art. 59 a 83. Da Ordem Social - Art. 193 a 204 – Art. 225. Do Meio Ambiente – Art. 226 a 230. Da Família, da Criança, do Adolescente e do Idoso).

- Lei Orgânica do Município.

- Lei Complementar nº 3, de 03 de maio de 1990 – Institui o Regime Jurídico para os Servidores Civis da Administração Direta, Autárquica e Fundacional. # Substituída pela Lei Complementar nº 131/2001, de acordo com o Edital nº003/2008.

- Lei Complementar nº 130/2001, de 05 de dezembro de 2001 – Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município.

 

-  ALBERONI, R.B. Hidroponia: como instalar e manejar o plantio de hortaliças dispensando o uso do solo. São Paulo: Nobel, 1998. 102p.

-  ALTIERI, M. Agroecologia: bases científicas para uma agricultura sustentável. Guaíba: Ed.Agropecuária, 2002. 592p.

-  ANDRIGUETTO, J.M. et al. Nutrição animal. 5. ed. São Paulo: Nobel. v.1 e 2.

-  ARBAGE, A.P.   Economia rural : conceitos básicos e aplicações.  Chapecó: Editora Universitária Grifos, 2000. 305 p.

-  BALASTREIRE, L.A. Máquinas agrícolas. São Paulo: Manole, 1990. 307 p.

-  BARBOSA, A.C. da S. Paisagismo, jardinagem e plantas ornamentais. 2.ed. São Paulo: Iglu, 1989. 231p.

-  BERGAMIN FILHO, A. et al. Manual de fitopatologia. 3. ed. v.1 e 2.

-  BERNANRDO, S. et al. Manual de irrigação. 7. ed. Viçosa: UFV, 2005. 611p.

-  BICCA, E.F. Extensão Rural: da pesquisa ao campo. Editora Agropecuária. Guaíba, RS, 1992

-  CAMARGO, R. de. Tecnologia dos produtos agropecuários: alimentos. São Paulo: Nobel, 1986. 309 p.

-  CHABOUSSOU, F. Plantas doentes pelo uso de agrotóxicos: a teoria da trofobiose. Porto Alegre: L& PM, 1987.

CLARO, S. A. Referenciais tecnológicos para a agricultura familiar ecológica: a experiência da Região Centro-Serra do rio Grande do Sul. Porto Alegre: EMATER/RS - ASCAR, 2001. # Excluída de acordo com o Edital nº003/2008.

-  COMISSÃO DE FERTILIDADE DO SOLO. Recomendações de adubação e de calagem para os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. 3. ed. Passo Fundo: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 1994. 224p.

-  DEUBER, R.   Ciência das plantas daninhas : fundamentos.  Jaboticabal: Funep, 1992. 431 p.

 -  EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Solos. Sistema brasileiro de classificação de solos. Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 1999. 412p.

-  FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. Viçosa: UFV, 2003. 412p.

-  FILHO, A. BERGAMIM. KIMATI, H. AMORIM, L. Manual de Fitopatologia. São Paulo: Ceres. Volumes I e II.

-  GALLO, D. et al. Entomologia agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2002. 920p.

-  GASSEN, D.; GASSEN, F. Plantio Direto:  caminho do futuro. Passo Fundo: Aldeia Sul, 1996.

-  GLIESSMAN, S.R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável.  3. ed. Porto Alegre: Editora da Universidade/UFRGS, 2005. 653 p.

- GUEDES, J.V.C; DORNELLES, S.H.B. Tecnologia e Segurança na Aplicação de Agrotóxicos. Santa Maria: UFSM/CCR, 1998. 139p.

-  HOFFMANN, R. et al. Administração da empresa agrícola. 7. ed. São Paulo: Pioneira, 1992. 325p.

-  KIRCHOF, B. Exploração Leiteira para produtores. Guaíba: Agropecuária, 1994. 260p.

-  LEGISLAÇÃO FEDERAL SOBRE AGROTÓXICOS E AFINS: Lei 7.802 de 11 de julho de 1989; Decreto 98.816 de 11 de Janeiro de 1990; Lei 9.974 de 6 de Junho de 2000; Decreto 3.550 de 27 de Julho de 2000; Decreto 4.074 de 4 de janeiro de 2002; disponíveis no site: “http://www.agricultura.gov.br"

-  MADRUGA, P.R de A. Introdução ao geoprocessamento. Porto Alegre: UFRGS, 1996. 99 f.

-  MALAVAZZI, G.   Avicultura: manual pratico.  São Paulo: Nobel, 1999. 156p.

-  MELLO, F. de A.F. et al. Fertilidade do solo. São Paulo: Nobel, 1983. 400p.

-  MONEGAT, C. Plantas de Cobertura do Solo: características e manejo em pequena propriedade. Chapecó/SC: Ed. do autor, 1991.

-  MURAYAMA, S. Horticultura. Campinas: Icea, 1999. 328p.

-  NORMAS PARA A AGRICULTURA ORGÂNICA: Instrução Normativa nº 7 de 17 de maio de 1999 e Lei 10.831 de 23 de dezembro de 2003; disponíveis no site: “http://www.agricultura.gov.br”.

-  OSTRENSKY, A.; BOEGER, W.  Piscicultura: fundamentos e técnicas de manejo.  Guaíba: Agropecuária, 1998. 211 p.

-  PEREIRA NETO, O.A., et al. Práticas em ovinocultura: ferramentas para o sucesso.  Porto Alegre: SENAR-RS, 2004. 146 p.

-  PEREIRA, M.F. Construções rurais. São Paulo: Nobel, 1986. 331p.

-  RAMALHO FILHO, A.; BEEK, K.J. Sistema de avaliação da aptidão agrícola das terras. Rio de Janeiro: Embrapa – CNPS, 1994. 65p.

RECOMENDAÇÕES OU INDICAÇÕES TÉCNICAS atualizadas para o Rio Grande do Sul das culturas da Soja, Milho, Sorgo, Trigo, Cevada, Aveia, Arroz, Feijão e Batata. # Excluída de acordo com o Edital nº003/2008.

RIO GRANDE DO SUL. Comissão Estadual de Sementes e Mudas do Estado do Rio Grande do Sul. Normas e padrões de produção de sementes para o Rio Grande do Sul. Porto Alegre: -CESM/RS, 1997. 140 p. # Excluída de acordo com o Edital nº003/2008.

RIO GRANDE DO SUL. Secretaria de Agricultura. Manual de conservação do solo. Porto Alegre: 1983. 228p. # Excluída de acordo com o Edital nº003/2008.

-  SAMWAYS, M.J. Controle biológico de pragas e ervas daninhas. São Paulo: EPU, 1989. 66p.

-  SILVA, L. L. da. Ecologia: manejo de áreas silvestres. Santa Maria: MMA, FNMA, FATEL, 1996.

-  SIMÃO, S. Tratado de fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998. 760p.

-  SOBESTIANSKY, J.; WENTZ, IVO; SILVEIRA, P. R. S. da; SESTI,. A. C. (Ed.) Suinocultura intensiva: produção, manejo e saúde do rebanho. Brasília: Embrapa Serviço de Produção de Informação, 1998. 388 p.

-  SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA.  Bovinocultura de corte.  Piracicaba: FEALQ, 1990. 146p.

-  SUZUKI, D.T. et al. Introdução à genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.

-  VARGAS, L.; ROMAN, E.S. Manual de Manejo e Controle de Plantas Daninhas. Bento Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho, 2004. 652p.

-  VIANELLO, R.L.   Meteorologia básica e aplicações.  Viçosa: Editora UFV, 2000. 449p.

-  VIDAL, R.A.; MEROTTO JÚNIOR, A. Herbicidologia. Porto Alegre: Edição dos autores, 2001. 152p.

-  VIVAN, J.L. Agricultura e florestas: princípios de uma interação vital. Guaíba: Agropecuária, 1998. 207 p.

- THIBAU, C.E. Produção sustentada em florestas: conceitos e tecnologias, biomassa energética, pesquisas e constatações. Belo Horizonte: Ed. do Autor, 2000. 511 p.

 

ENGENHEIRO CARTOGRÁFICO

Conteúdo:

1) Topografia:Definições fundamentais: Norte Magnético, Norte Verdadeiro, Rumos, Azimutes e Deflexões. 2) Planimetria: medidas lineares e angulares. Levantamento topográfico: Conceitos de levantamento planimétrico, planialtimétrico e taqueométrico; Fundamentos da poligonação, tipos de poligonais: aberta, fechada e enquadrada, poligonais por deflexão e ângulo interno, fundamentos da intersecção a ré e a vante, fundamentos da irradiação; Cálculo de coordenadas e de áreas; levantamento topográfico e a NBR 13.133. 3) Levantamentos híbridos: Integração de posicionamento espacial e terrestre: fundamentos e aplicações; Introdução ao Posicionamento terrestre (Estação Total): Poligonais eletrônicas, irradiamento, etc..; Processamentos, cálculo de coordenadas e de áreas. Operação de equipamentos para levantamentos topográficos cadastrais. 4) Cadastro Rural e Urbano: Definições; Cadastro técnico e mapeamento; Planta Cadastral; Cadastro Urbano e Cadastro Rural. 5) Fotogrametria: Definição, objetivo e princípio fundamental da aerofotogrametria. 6) Levantamento Aerofotogramétrico: Projetos, vôo, trabalhos de campo, aerotriangulação e restituição (etapas da restituição, orientação interna e suas etapas, orientação externa – relativa e absoluta); reambulação: material que deve ser obtido em campo, elementos duvidosos, materiais utilizados, confecção da carta; Ortofotos, confecção de mosaicos e foto-índice. 7) Foto interpretação: Conceitos básicos (definições, tipos de foto-interpretação - visual e automática); foto-interpretação aplicado ao cadastro rural, uso e ocupação do solo; identificação de unidades rurais; identificação de vegetação e culturas. Conhecimento do meio físico  aplicado à questão fundiária: interação entre os diversos elementos do meio físico e o homem; avaliação e interpretação da cobertura vegetal, uso e restrições no Estado do Pará. 8) Sensoriamento Remoto: Definições e conceitos; Sistemas sensores: imageadores s e não imageadores; Sistemas Orbitais: Landsat, Spot, Ikonos, Quick Bird; Métodos de extração de informações e aplicações com ênfase na questão ambiental. 9) Geodésia: Geodésia: conceitos de geóide, elipsóide coordenadas geodésicas; transporte de coordenadas, sistemas de referencias: Realizações e transformações de sistemas de referencias; Referenciais utilizados no Brasil; Referenciais associados ao GPS; Transformação entre referenciais; O Sistema Geodésico Brasileiro (RBMC, Redes Estaduais e demais).Teoria e prática do sistema de posicionamento global (GPS): Introdução ao Posicionamento por satélite (GPS); As observáveis GPS; Posicionamento relativo estático e estático rápido; Posicionamento relativo semi-cinemático; Posicionamento relativo cinemático; Técnicas passíveis de serem aplicadas no Georreferenciamento de imóveis rurais no contexto da Lei N° 10.267; Coleta de dados GPS a campo; Processamento de dados e análise dos resultados e Integração SIG e GPS. 10) Cartografia: Escala métrica; o sistema de projeção UTM; convenções cartográficas para a escala cadastral rural; classificação das projeções quanto à propriedade que conserva e superfície auxiliar de projeção; uso e aplicação dos diversos sistemas de projeção, transposição de fuso; definição e transformação entre sistemas de projeção; Sistemas de Coordenadas: planas, esféricas, elipsoidais. 11) Cartografia Temática: Construção de mapas temáticos, gráficos e diagramas. Cartografia aplicada à questão fundiária: escalas, legendas, normas, convenções; elaboração de plantas e mapas temáticos; elaboração de carta de declividade e solos; ampliação e redução de escalas; leitura e interpretação de mapas cadastrais. 12) Geoprocessamento: Sistemas de Informações Geográficas – SIG: Conceitos básicos: caracterização e componentes; Processo de Implantação e Aplicações; Caracterização de Dados Geográficos; Modelagem de dados Geográficos; Operações, Armazenamento, Recuperação e Apresentação de Dados Geográficos.

13) Legislação.

Referências Bibliográficas:

- BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil - Com as Emendas Constitucionais. (Dos Direitos e Garantias Fundamentais - Art. 5° a 11. Da nacionalidade – Art. 12 e 13. Da Organização do Estado - Art. 29 a 41. Da Organização dos Poderes - Art. 59 a 83. Da Ordem Social - Art. 193 a 204 – Art. 225. Do Meio Ambiente – Art. 226 a 230. Da Família, da Criança, do Adolescente e do Idoso).

- Lei Orgânica do Município.

- Lei Complementar nº 3, de 03 de maio de 1990 – Institui o Regime Jurídico para os Servidores Civis da Administração Direta, Autárquica e Fundacional. # Substituída pela Lei Complementar nº 131/2001, de acordo com o Edital nº003/2008.

- Lei Complementar nº 130/2001, de 05 de dezembro de 2001 – Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município.

- ANDRADE , José Bittencourt. Fotogrametria, SBEE, 1999

- BORGES, Alberto de Campos. Topografia Aplicada a Engenharia Civil, V. 1 e 2, Edgard Blucher,

- BRASIL. Decreto-lei nº. 243, de 28 de fevereiro de 1967. Fixa as Diretrizes e Bases da Cartografia Brasileira e dá outras providências.

- BRASIL. Decreto nº. 89.817, de 24 de junho de 1984. Estabelece as Instruções Reguladoras das Normas Técnicas da Cartografia Nacional.

- COMASTRI, José Aníbal; GRIPP, Joel Junior. Topografia Aplicada - Medição, Divisão, Demarcação. UFV, 2004

- DE BAKKER, Mucio P. Ribeiro. Cartografia Básica. Rio de Janeiro. Diretoria de Hidrografia e Navegação. 1965.

- ESPARTEL, Lélis. Curso de Topografia. Porto Alegre. Editora Globo. 1978.

- FITZ, Paulo Roberto. Cartografia Básica, Unilasalle, 2005.

- FRENCH & VIERCK. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica, Globo, 1999.

- LOCH, Carlos; LAPOLLI, Édis Mafra. Elementos Básicos de Fotogrametria e sua Utilização Prática. UFSC, 1998.

- MÔNICO, João Francisco Galera. Posicionamento pelo NAVSTAR - GPS. UNESP, 2000

- MOREIRA, Maurício Alves. Fundamentos do Sensoriamento Remoto e Metodologias, UFV, 2005.

- MOURA, Ana Clara Mourão. Geoprocessamento na Gestão e Planejamento Urbano. Edição do autor, 2003.

- Norma ABNT NBR 13.133 – “Execução de levantamento topográfico”, de 30-06-94.

- NOVO, Evlyn M. L. de Moraes. Sensoriamento Remoto: Princípios e Aplicações, Edgard Blucher, 1992.

- ROCHA, Cézar Henrique Barra. Geoprocessamento Tecnologia Transdisciplinar, Edição do autor, 2000.

- SILVA, Reginaldo Macedônio da. Introdução ao Geoprocessamento: conceitos, técnica e aplicações. Feevale.

 

ENGENHEIRO CIVIL

Conteúdo:

1.Estruturas de madeira: propriedades; madeiras para construção civil; dimensionamento de peças tracionadas, comprimidas e fletidas; treliças. 2.Estruturas de aço: propriedades; dimensionamento à tração, compressão, flexão e a esforços combinados; ligações; treliças. 3.Estruturas de concreto armado: comportamento mecânico e reológico do concreto; determinação da resistência característica do concreto; aço para concreto armado; características mecânicas do aço; estados limites; aderência; ancoragem e emendas em barras de armação; dimensionamento de seções retangulares e T aos esforços de (cisalhamento, flexão e compressão); noções sobre dimensionamento de lajes retangulares em concreto armado e pré-moldadas. 4.Resistência dos materiais: análise de tensões e deformações; flexão; cisalhamento; flambagem; elementos da mecânica vetorial (momentos de inércia e centróides de áreas); tensões principais; teoria da elasticidade. 5.Análise estrutural: esforço normal, esforço cortante, torção e momento fletor; apoio e vínculos; estruturas isostáticas, hiperestáticas e hipoestáticas; deformações e deslocamentos em estruturas linhas de influência, efeitos térmicos. 6.Mecânica dos solos e fundações: origem e formação; índices físicos; caracterização; pressões e deformações; resistência ao cisalhamento; compactação; hidráulica nos solos; compressibilidade; adensamento; estimativa de recalques; prospecção geotécnica; empuxo de terra e influência da água; estruturas de arrimo; estabilidade de taludes, aterros cortinas de contenção e barragens; tipos de fundações; capacidade de carga de fundações; estabilidade das fundações superficiais e profundas. 7.Drenagem urbana e Hidrologia: ciclo hidrológico; inundações; precipitação; microdrenagem; escoamento superficial; obras de macrodrenagem; vazão máxima e hidrograma de projeto; controle de inundações; séries históricas, fundamentos de hidrologia estatística. 8.Saneamento: aspectos epidemiológicos; tratamento de água: características da água, balanço de massa, conceitos de tratamento convencional (coagulação, floculaçã